The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

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The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por The Asylum Slayer em Dom Jun 26, 2016 9:47 pm

Relembrando a primeira mensagem :

The Blackout
Ambientação

O lago é o local mais conhecido de Burkistville, casa do assassinato mais conhecido de todos: aquele que fez a cidade ficar um pouco famosa aos olhos dos outros estados. Apesar de tudo, o lago é o local onde os adolescentes mais vão quando querem matar aula, ou apenas ir em um lugar vazio. O lago sedia, também, uma festa anual para comemorar o assassino em série que a polícia conseguiu capturar.
A Festa

Todo ano, durante a festa, o píer do lago, palco da maioria dos assassinatos, é repleto de fotos, flores e velas das vítimas do assassino. A partir dele, a música, comida e bebida ganha espaço, onde praticamente todos os jovens da cidade se reúnem para celebrar a morte do assassino.
Algumas regras


- Está livre para postagens a partir do dia 26/06/2016.
- A festa irá durar até dia 04/07/2016.
- Poderá haver mortes.
- Caso algum personagem seja morto, o player terá direito à um novo personagem com tudo disponibilizado pela administração.


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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Harper Scarllat em Qui Jun 30, 2016 5:46 pm


'Cause I'm a primadonna girl
O grande segredo de Harper envolvia a sua amiga morta e seu ex namorado. Eles tiveram um caso e quando Harper descobriu se afastou deles e passou a se envolver com caras errados. Um tempo passou e ela já estava mais calma, decidiu perdoar a amiga, mas não o namorado. Logo em seguida, sua amiga apareceu morta. A garota têm quase a certeza de que fora o seu ex namorado quem matara sua amiga, por isso não acredita na hipótese de suicídio. A loira respirou profundamente e sorriu de canto com o que Octavian dizia, se ele não fosse gay, tentaria investir no rapaz. - Se ao menos eu tivesse andado com você... Tudo seria diferente. - Sorriu de canto e apertou a mão de Otto quando ouvira falar sobre o seu relacionamento. - Sinto muito. Então estamos no mesmo barco. - Sorriu gentilmente e pegou a garrafa de suas mãos. Harper estava farta de ficar depressiva, odiava ficar depressiva. - Quer saber? Essa é a nossa noite, não vamos deixar ninguém nos atrapalhar... - A voz de Harper foi abafada pelos toques dos celulares e parecia que na casa também haviam recebido. Encarou Octavian confusa. - Eu tenho péssimo pressentimento sobre isso. - Falou prestes a pegar o seu celular, mas a voz que ecoara o seu nome atrás de si chamou a atenção da garota e ela virou-se assustada. Viu o rapaz musculoso e parado, os encarando. Ela o conhecia, ele não desistia nunca. Levantou-se junto de Otto e respirou fundo, caminhando para perto de Andrew. - Céus, você agora é um stalker? - Perguntou, irritada. Harper seguiu as ordens de Octavian e leu a mensagem sem entender. - Deve ser algum desocupado querendo brincar com a gente. Aposto que ele está lá dentro, rindo da nossa cara. - Falou com um sorriso nos lábios. Na correria, Harper esqueceu a bebida no píer, mas decidiu deixar pra lá. Não queria ficar bêbada. Um outro rapaz chegara e se apresentou como Steph, Harper sorriu e estendeu a mão de forma encantadora. - Olá, Steph! Sou Harper, Harper Scarllat. - O sobrenome a denunciaria. A filha do prefeito da cidade. A garota rica e popular. A loira balançou a cabeça, movendo seus longos cabelos loiros e encarou os três meninos diante dela. - Eu ainda acho estupidez... SE há um assassino mesmo, ele deve estar entre nós e creio que ficar entre todos é burrice. Mas, é melhor então todos nós entrarmos, não? - Falou, encarando Andrew sem expressão alguma. Harper já deu vários foras nele e mesmo assim ele estava sempre ali. Ele podia ter qualquer garota dos outros times, mas decidiu se meter justo com a filha do prefeito? A loira respirou fundo e olhou ao seu redor. - Vamos, estou ficando assustada agora e pelo visto ficar sozinha do lado de fora também é uma péssima opção. - Abraçou os seus próprios braços enquanto caminhava para dentro da casa. O som ficava cada vez mais alto e a garota teve que desviar de alguém que estava desmaiado no chão. Revirou os olhos e passou por cima da pessoa, caminhando até para um canto menos cheio. A sala estava lotada, mas mesmo assim dava para os quatro ficarem. A loira encarava o lado de fora pela janela, dava para avistar o píer até pouco tempo estavam. Avistou a sua garrafa de tequila e se arrependeu de não ter pego, mas ficar sóbria era essencial caso exista mesmo algum assassino. Desviou o olhar da paisagem e encarou os meninos com os braços cruzados.
TOM HARDY MADE ME THIS BRACELET
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Sabrina Mitchell em Qui Jun 30, 2016 7:13 pm


Lago
Feel the heat so we started running You know you saw it coming But the memories are still in my mind Burning like smoke and fire Rumors spread like wildfire, I held a strong ground But I've been burning down Cause it's like fire is all I hear about And we are fading out Don't want to turn out the light But it's like.
Burning like smoke and fire 

Ao longe já podia se ouvir o barulho de músicas e de adolescentes gritando e se divertindo enquanto Sabrina se encontrava em seu quarto junto de um som onde tocava sua música clássica favorita, a cada nota do piano a jovem seguia seus movimentos graciosamente ensaiados, ela já estava ali por horas e nem se dera conta de quem alguém batia a porta. Voltou sua atenção para a mesma a abrindo e abaixando o som, viu sua amiga de quarto toda arrumada e se lembrou da festa no lago, rumou em direção ao banheiro ligando a ducha e deixando com que a água quente fosse de encontro com a sua pele fria. 

Saiu do banheiro de roupão, e se dirigiu ao closet, nenhuma roupa que estava ali parecia agradar a ela, cansada de procurar acabou pegando o primeiro vestido que viu pela frente, secou o cabelo e calçou um salto preto e para finalizar fez uma maquiagem forte nos olhos completando com um batom claro. Se olhou no espelho e gostou do que viu, estava linda como sempre. Saiu do quarto e seguiu o fluxo de alunos que ia em direção ao lago. A música era agradável, mas Sabrina estava desconfortável, para ela isso era um tanto quanto assustador, não que ela tivesse medo, longe disso, ela apenas se sentia desconfortável com uma festa para comemorar a prisão de um assassino. 

Um rapaz servindo uma bebida passou por ela, na mesma hora o chamou e pegou um copo virando um pouco do conteúdo garganta a baixo. A loira se irritou ao olhar ao redor e não achar ninguém de seu grupo, não era muito de se misturar com os estudantes. Passou por umas pessoas que ela mesma se questionou se eram da faculdade, pois nunca havia visto eles. Ao longe avistou Moriz, sozinho, a garota se aproximou com um sorriso sapeca no rosto. Ela não era de falar com os nerds, se a vissem conversando com ele iriam estranhar e até mesmo achariam que ela estava o zoando, porém Sabrina nunca se importa com o que diziam, por isso tinham uma amizade de anos com Moriz, ele sem dúvidas era o seu melhor amigo, a pessoa para quem contava tudo, e a única que realmente a conhecia de verdade.

 
-O que esse  gatinho faz sozinho nessa festa? -  perguntou se sentando ao lado dele. –  Faz bastante tempo que chegou aqui? - Olhou para ele esperando uma resposta, enquanto virava por fim o que restava no copo garganta abaixo. -Moriz, você, bebendo? - Se espantou ao ver o copo de bebida na mão do moreno.



_____________________________________________________________________________
notes: xxx.
music: Smoke and Fire
tag: Popular xoxo
with: com Moriz.
_____________________________________________________________________________


thank you secret from TPO.


Última edição por Sabrina Mitchell em Qui Jun 30, 2016 7:45 pm, editado 1 vez(es)
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Alexander Elliott em Qui Jun 30, 2016 7:15 pm

Party.
 Seus olhos vagueavam por toda a extensão da floresta. A leve nevoa que cobria o lago entrava em contato com a pele do loiro o que por sua vez ocasionara a arrepios que percorreriam por toda sua espinha. O clima estava agradavelmente frio, suaves brisas gélidas beijavam seu rosto. Um olhar apático se mostrava presente em sua face. Não havia encontrado nenhum de seus amigos e por isso estava nitidamente desanimado. Fitava cada grupo de pessoas que se encontravam na festa, os populares, os geeks, os rebeldes; todos estavam reunidos, por um instante pensou que ficaria sozinho e esbanjaria infelicidade na festa com apenas uma garrafa de Bourbon barato em sua mão direita e uma quantidade incontável de salgadinhos na esquerda. Fingindo felicidade, fingindo que estava socialmente bem, puxaria conversa com uma ou duas pessoas antes de cair aos vômitos e repelir qualquer outro indivíduo que quisesse puxar assunto consigo. Seu pensamento fora interrompido.

 
A garota se mostrava presente a alguns metros a sua frente, sua voz dócil e animada ecoara por todo o ambiente lutando contra a alta música que os cercavam. Ela trazia um entusiasmo de órfão adotado, como um desenho em tecnicolor de uma adolescente bonita e esbelta cercada por amigos. De fato, Ashley era o tipo de garota que se participasse de um filme seria a mocinha loira e inocente. Alexander lhe dera um largo sorriso. Gostava de conversar com a menina, algumas vezes sentia o tom vibrante da moça penetrar a ele mesmo e lhe conceder tal característica, e isso o enchia de uma empolgação nunca vista.
 
- Olá Ashley, estou sim e você? – Questionou apesar de não ter visto ninguém junto a ela. – Achei que não viria a festa... – Falou organizando seus fios dourados sobre a cabeça. – Vamos, necessito de um refrigerante. – Disse. Alexander não era o típico adolescente americanizado e idiota, bebia raramente, ia a eventos raramente, e apesar disso ainda conseguiu adentrar a um dos grupos mais invejáveis da escola os Cheerleaders.
 
Escorregava através dos corpos suados e dançantes dos indivíduos presentes, ainda junto a garota acenava alegremente quando via um conhecido, algumas vezes até arriscava falar um – Oi. – Rápido e seco e então virava-se contra a pessoa e voltava a seguir seu trajeto em busca dos líquidos.
 
[...]
 
Mesas gigantescas cobertas por uma fina toalha decorativa com desenhos geométricos, estas lotadas de todo o tipo de bebida que se possa imaginar: garrafas gigantescas de álcool, o liquido preferido dos jovens, havia também refrigerantes e uma quantidade quase escassa de sucos – Quem tomaria suco em uma festa? – Se perguntou fitando as garrafas ainda transbordando fluido alaranjado – Maracujá talvez? – Questionou-se notando os pequenos pontinhos negros na orla do pote.
 
Uma garota lhe chamara a atenção, seus cabelos curtos e esvoaçados de coloração castanho, olhos grandes e azuis, feições delicadas o que por sua vez não condizia com suas roupas e maquiagem. A menina tragava um cigarro. – Uma rebelde. – Pensou, já houvera de ter ouvido seu nome, todavia, não lembrava do mesmo. – Me chamo Alexander Elliott, mas pode me chamar de Alex... Como você se chama? – Perguntou abrindo um sorriso e estendendo a mão para a citada anteriormente visando cumprimenta-la.
 
Uma terceira aparição – Para quem estava sozinho ficar cercado de pessoas me parece uma ironia, há. – Voltou a pensar. Seus olhos enxergavam toda a extensão do corpo da morena presente, era Margo a capitã de seu time. A garota era possivelmente o oposto de Ashley sua aparência era intimidadora, era a possível vilã de um filme, podia enxerga-la ameaçando a autoestima de grande parte das garotas presentes com comentários ácidos sobre suas roupas e penteados, e seguidamente a isto cair aos beijos com o namorado jogador de futebol que a mocinha está apaixonada, todos desejando ser ela, desejando terem seu rosto e corpo. Seus cabelos possuíam uma tonalidade castanho quase âmbar, seus olhos azuis eram semelhantes ao da garota citada a pouco, trajava um vestido majestoso, negro, que a cobria e a deixava com uma apresentação de uma debutante.
 
– Oi Margo, sabia que não deixaria de vir a esse evento. – Comentou sorrindo para a mesma. – Não possuo o objeto desejado. – Falou. – E então Margo, preparada para os treinos no... – Sua fala fora interrompida pelo seu celular que agora vibrava em seu bolso.
 
Retirou o mesmo e deslizou com seu dedo por entre a tela revelando uma mensagem nitidamente ameaçadora. Seu corpo estremeceu. – Q-que tipo de brincadeira é essa? – Gaguejou em voz alta. – Droga... – Falou e agora o barulho de sirenes ecoavam pelo ambiente, a música se mostrava apenas como uma mera trilha de filme de horror, baixa, quase inaudível, esperando o momento certo para ter seu volume aumentado e a tensão percorrer todos os corpos. Altos sons vinham dos carros e declaravam a presença da polícia, estavam ao redor de toda a festa. – Se isso for verdade... Alguém irá morrer hoje. – Disse quase como um murmúrio. – Temos de nos manter juntos, temos que diminuir as chances de sermos possíveis vítimas. – Proferiu em meio aos gritos e correria dos demais adolescentes.

Notes: --x--  
THANK YOU WEIRD BY LOTUS GRAPHICS EDITION!
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Charlotte Marie El-Hashem em Qui Jun 30, 2016 7:38 pm

Black & Blue
I'll let go, walking into the unknown
If I surrender, if I lay my arms down
Am I a fighter?
Am I a fighter






Não estava conseguindo ficar em pé. Fechei os olhos e ali permaneci por um longo tempo, minha mente estava inoperante, meu corpo era rodeado de um vai-e-volta inexplicado. Havia levado Caleb pra conhecer minha irmã e mesmo bêbada, reparei que ambos não se batiam muito bem. Aquilo foi mais uma das merdas que eu fiz e aquela festa já estava acabada para mim, a vergonha que eu fiquei durante aquele momento, foi algo que eu não conseguia explicar, minha irmã poderia estar passando vergonha também, por ter uma irmã que não sabia beber.

Retirei a mão do ombro da minha irmã e por fim sai de perto dela, se aproximando mais um pouco de Caleb que estava um pouco distante, desta vez tomei cuidado para não tropeçar em nada. Voltei novamente para Calllíope e prossegui. – Eu vou ficar bem, não diga a minhas amigas sobre isso. Preciso ir no banheiro e Caleb vai comigo.. – Dei um abraço em Callíope e por fim pisquei para ela e ignorei os amigos da mesma, na verdade, nem estava vendo eles. Cheguei em uma distância boa de Calebe e sorri. – Poderia me acompanhar até ali. Não vou te beijar e não vou te tarar, apenas quero mesmo vomitar e parecer bem. Como você mencionou antes, estou fora da minha casinha e preciso voltar. – Puxei Caleb pelos braços e por fim levei ele até uma árvore, ainda perto dos estudantes. Cambaleava um pouco e por fim pensava em diversas maneiras de como poderia sair dali sem e sumir daquela ilha depois daquele grande vexame. – Estou completamente arrependida de ter vindo, minha vida esta sendo um desastre. Como proceder com isso Senhor!... Me desculpe por apresenta-lo a Callíope, me desculpe mesmo, estou me sentindo na merda. – Encostei em uma árvore e por fim enfiei três dedos na minha garganta para começar a ter ânsia de vômito e por fim retirar a chachaça toda que estava na minha mente. Olhei para Caleb e disse. – Você poderia ajudar apenas a segurar meu cabelo? Sei que quem ver de longe vai achar que estou te fazendo um oral e juro que não quero que pareça isso, então apenas segura as pontas dele por favor.

Minha vida só iria piorar a partir daquele momento, por vezes senti agradecida por não ser popularzinha igual minha irmã e ser apenas a estranha. Já estava um pouco bem, não estava mais um pouco tonta e já conseguia enxergar Caleb perfeitamente. Levantei o dedo indicador pro alto e tentei falar algumas coisas porém achei melhor eu ficar calada. Olhava para o meu dedo que continha um pouco de vômito e achei aquilo super nojento. Dei uma corridinha até o lago e deixei Caleb ficar ali me observando, mais ao longe tinha alguns carros de polícia. Observei um poquinho o lago e então fui até lavei minha mão. e subi correndo, cheguei a ver Brandon com a mao dentro da cueca. – Que nojo garoto, vai soltar pipa no seu uarto euheim – Dizia para Brandon que estava ali sozinho e um pouco longe de mim. Ele era meio retardado e era óbvio saber quem era brandon pelo cabelo rídiculo dele. Subi e fui para frente de Caleb. – Aquele rídiculo do Brandon tá fazendo atos sexuais, o vi colocando a mão dentro das calças! Vocês garotos são estranhos e possuem manias estranhas, ficam coçando suas genitalias, eu heim... – Puxei Caleb para o meio da multidão e ali mesmo retirei minha sandália que já estava machucando meu pé. – Ande, dance, quero parecer que estou me divertindo mesmo não estando por favor!








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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Prudence Scarllat em Qui Jun 30, 2016 8:39 pm

why’d you bring a shotgun to the party?
You think, then you start to drink And you get so paranoid with all the drugs they fill you with Then boom Does it make you feel like a man? (boom) It's not the size we understand (boom) You think you're gonna get with me You're never gonna get with me You're never gonna dance with me. I admit, I feel like you, like shit But I don't go round and take it our on everyone about it
P
rudence sabia que deveria se comportar, mas algo nela fazia-a sempre discordar dos pais, e hoje não fora diferente. Ela não iria à festa dos mortos. A garota ainda estava sentada na sua cama usando as roupas do dia quando acendeu mais um baseado extraído ao meio de muitos do fundo falso do closet. Por um momento se perguntou se a mãe não sentiria o cheiro, mas logo se desinteressou. Já haviam mandado-a para aquela clinica horrível verão passado, mas um inocente baseado não era nada perto do que ela realmente gostava de usar. Foi dentre tragadas que o som característico do iphone da garota fez-se alvo de sua atenção. Ficou alerta assim que leu a mensagem.
Ela, que fizera questão de não ir na festa para celebrar os corpos mortos de pessoas que nem conhecia, juntou sua bolsa e as chaves do carro que estavam jogadas no chão. Harper estava correndo perigo e ela sabia disso.
Prudence dirigiu até o lago em velocidade elevada e um pouco chapada, torcendo por não encontrar nenhum policial no caminho. Ao chegar arrancou uma garrafa de tequila da mão de um garoto no portão e entrou no salão bebendo. Notou alguns burburinhos o que só comprovou que não foi seu iphone o único a tocar. Andou pela multidão até encontrar Harper que estava de costas e rodeada de garotos, o que não era novidade. - Ruína dos Scarllat se apresentando! - A loira diz para o grupo utilizando de sua ironia habitual e com um sorriso divertido estampado no rosto o "apelido" que seu pai lhe dera verão passado. Prudence passa seu braço pelo ombro de Harper de uma maneira protetora. - Pena que perdi a melhor parte da festa. - Ela diz levantando o próprio celular fazendo menção a mensagem de texto.
You wanna start a war? Feel better we won't miss it.
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Dylan Schwartz Devonshire em Qui Jun 30, 2016 9:19 pm


Everybody
wants to the world


A
única coisa que conseguia distrair-me por completo naquele momento era a companhia da loira e o jeito agradável ao qual ela tratava o moreno que retribuía da mesma forma, demonstrando certo interesse na garota que já não demonstrava ser a mesma de quando havia esbarrado com a mesma de forma acidental. A noite do garoto havia ganhado um pouco diversão coma aparição da garota que ao contrário de outras garotas demonstrava um lado que poucas costumavam mostrar, sendo gentil e ao mesmo tempo demonstrando.

No mesmo momento que percebeu o celular da garota vibrar com um pequeno comentário da mesma, demonstrando um pouco de satisfação antes que pudesse observar a mensagem que surgiu na tela de seu celular e logo se aproveitando daquele momento para que pudesse checar se havia alguma mensagem de sua mãe que costumava ligar para o mesmo apenas para saber como estava sendo pego de surpresa pela mensagem anônima que surgiu na tela do aparelho. "Me observando? Esse cara ainda está tentando me assustar, patético! Será que é mais alguma louca não tendo coragem de falar comigo?" O jovem mentalmente desprezou a mensagem, voltando à atenção para a garota de olhos azuis, lentamente desfazendo a face de medo e colocando um sorriso nos lábios.

Sou mais que desajeitado, Fanny. — Murmurou, em seguida dando-se conta das palavras que haviam lhe escapado pelos lábios de forma aleatória. — Não se preocupe... Creio que mesmo que seja verdade, estaremos seguros aqui. Duvido que ajam com todas essas pessoas à nossa volta.  — Falou transparecendo um tanto de calma em sua voz, percebendo-a um tanto distraída na sua frente e suspirando ao notar a garota aproximar seu corpo do dele, revelando mais sobre a garota e causando um pouco de surpresa no moreno. — Irmão gêmeo diferente? — repetiu o final da confissão da garota que o indicava o garoto moreno, esguio e com o corpo atlético de longe.

O adolescente assentiu com a cabeça um pouco surpresa ainda, mas aos poucos se recuperando e ao final ao sentir as mãos da garota novamente por sobre sua pele o puxando em direção ao seu irmão que aprecia sozinho em meio à festa, e ao aproximar-se escutar a loira apresentar-lhe com o seu jeito descontraído. — Então você é o irmão da Fanny? — questionou curioso ainda procurando um pouco de semelhança entre ambos, mas não encontrando nada que os ligasse. — Não quer se juntar a nós? Divertir-se... Parece sozinho aqui. — comentou, buscava parecer gentil com o atleta e passar boa impressão para o mesmo, além de convencê-lo a acompanhar sua irmã. — Ela pareceu preocupada com você, e se isso for tranquiliza-la, o que melhor que se juntar a festa com nós, Moriz. — falou com toda sinceridade em sua voz, antes observar as mãos da garota ainda sobre as suas, sorrindo ao voltar a observa-lo. — Prazer em conhecê-lo, Moriz. Parece um cara legal... — logo observando a lua refletir na água e virar o resto da bebida que havia no copo, contabilizando seu terceiro copo.



#frances #moriz

Lorde, The Hunger Games.


Última edição por Dylan Schwartz Devonshire em Qui Jun 30, 2016 11:02 pm, editado 1 vez(es)


dylan,
Cause you are the piece of me I wish I didn't need chasing relentlessly still fight



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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por September W. Proudmoore em Qui Jun 30, 2016 10:25 pm

Party

Let's have fun , partying , kissing, sex , and what life you want




Quando ele me perguntou se seria só aquele meu desejo, realmente, eu queria muito mais do que trocar uma simples camisa, talvez as nossas vestimentas nem fossem usadas durantes o ato. Com a chegada de Mikhail as coisas se tornaram um pouco diferentes, mais agitadas, parecendo que tudo iria acontecer como bem planejado.  Só não me recordava da onde o loiro era, quem sabe por não estar na minha lista de amigos, meu círculo social era bem fechado e restrito, não que ele não fosse conhecido ou qualquer coisa do gênero, porém por nunca ter realmente batido de frente com ele antes. –Que bom que chegou para fazer parte dessas pessoas.... Elas podiam ser cobiçadas juntas e em um lugar mais afastado, não? –Soltei uma piscadela para ambos os rapazes, após escutar sobre a beleza que ele lhe reproduzia.

Ao loiro falar sobre a minha demora, fez eu me aproximar dele, puxando Ethan para perto, me tornando mais ousado em questão de segundos, segurando ambos os rapazes pela camisa, com os olhos semiabertos dando de ombros. Percebi que o maior tomava o celular em mãos, antes que se precipitasse e tomasse qualquer reação, esperei ele ler a sua mensagem, com um olhar de curiosidade e ansiedade. –Se for por isso minha caixa de mensagens deve estar lotada... –Murmurei, quando percebi a mudança de tonalidade dele, quando a tela do celular foi a mostra, me fazendo ficar um pouco mais assustando, fazendo com que pegasse o meu celular no mesmo momento. –O que é isso? Devem ser esses calouros babacas... –Suspirei, soltando todo o ar, percebendo que uma de minhas fotos se encontravam nas postagens alheias, soltando algumas gargalhadas que foram interrompidas pela sirene.

Agora meu coração disparava, colocando uma das mãos na minha nuca, batendo com o pé ao chão com força, joguei a bebida ao ar, pouco me importando com quem iria ser acertado. –Droga... Mas qualquer hora vamos continuar a nossa brincadeira... –Deixei escapar as palavras, me aproximando um pouco mais de ambos os garotos, conforme o loiro pronunciava por medidas de segurança. –Sabe... Se essa palhaçada continuar eu vou voltar para minha casa... Estamos perdendo tempo aqui, deve ser algum engraçadinho querendo nos assustar com essas mensagens de texto. –Murmurei, mas ainda duvidoso, não movi um passo se quer para me retirar do ambiente.









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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Alasca Courvoisier em Qui Jun 30, 2016 11:57 pm


we're just a million little gods causing rainy storms; turning every good thing to rust

Graças a lei de Murphy, tudo e qualquer coisa que pode dar errado dará da pior maneira, no pior momento e causará o maior dano possível. Alguém sempre conseguia irritar as pessoas mais inconvenientes em festas e por isso, em todas as comemorações, duas – no mínimo – voltavam às aulas com um olho roxo aqui e uns ossos quebrados acolá. 

Uma distração. Uma leve trombada. Um copo cheio de vinho; a pessoa errada.

— PORRA, QUEM VOC… — a morena gritou, balançando a mão molhada pela bebida antes de ser interrompida.

Cerrou os dentes, secando o resto do líquido no short enquanto praguejava coisas que ninguém era obrigado a ouvir. Pegou outra garrafa de cerveja; abriu-a, dando um gole antes de virar-se para a garota que chegara cumprimentando-a e interrompendo o único minuto de diversão da anarquista. Alasca ainda desviou o olhar novamente para onde sua atenção estava focada segundos atrás, no entanto, a multidão engolira sua presa. Revirou os olhos e respirou fundo. 

Os cabelos de sua “cock-block” eram de um dourado bonito, até, e as roupas um tanto quanto agradáveis, mas Alasca não conseguia identificar de onde conhecia aquele ser que exalava tanto ânimo e energia, então forçou um sorriso e abanou a mão na altura de sua cabeça, fazendo um tipo de cumprimento amigável e irônico. 

— Quanto tempo, querida! — gritou, acenando também para o garoto loiro ao lado. Eles pareciam irmãos, concluiu. 

Sua atenção foi desviada para a origem de uma voz sexy feminina; Alasca deixou dançar um sorriso no canto dos seus lábios ao ver de onde saíra o pedido. E claro, ela tinha um isqueiro, mas o tubinho preto, que evidenciava as curvas da garota, a fez repensar.

— Tenho meu cigarro, serve? — murmurou antes de tragar e se aproximar (mais do que o necessário) da garota — Você não deveria fumar, certo?

Alasca deu o cigarro para que ela pudesse acender o seu e pegou-o de volta, encarando-a antes de se afastar. 

— Aliás… Eu nunca vi nenhum de vocês, têm certeza que estudam — seu bolso tremeu, fazendo-a dar uma pausa quase imperceptível na frase para pegar o celular e destravá-lo com desdém — na mesma faculdade?

A mensagem anônima fez Alasca esboçar o sorriso mais verdadeiro que deu em uma semana, porque, com ela, pessoas já começaram a entrar em pânico, gritando no meio de muita correria. A morena pulou para trás do balcão de bebidas e sentou-se em um banco; cerveja em uma mão, cigarro na outra. 

— O que vocês querem fazer? — gritou, em meio ao barulho, para seus “acompanhantes”.

A festa começou, galera.

with: 3 pessoas aleatórias | post: 002 | wearing:  this
© lavínia cavendish

Alasca Courvoisier

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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Elythron K. Clarion em Sex Jul 01, 2016 12:08 am

P

A

R

T

Y





Ely respirou fundo enquanto olhava ao seu redor, conseguia distinguir apenas alguns rostos conhecidos em meio aquela multidão de pessoas que ele nem sequer pensava que poderiam existir. As poucas pessoas que ele realmente conhecia ali eram os membros da sua equipe de natação e alguns adultos aleatórios que já tinham o ajudado em algumas coisas anteriormente, o resto eram apenas conhecidos de vista ou pessoas que ele tinha trocado uma ou duas palavras, embora costumasse chama-los de amigos, estavam beirando o desconhecido, ele se sentia como uma barata perdida em meio a um salão de sapateado, não sabia para onde ir e nem se deveria mesmo ficar ali. Os líderes deviam ser populares, ele sabia disso e manteria aquela aparência mesmo que precisasse fazer coisas que não gostaria e sua mente clamava por um retorno seguro até sua moradia mas seu coração reclamava e obrigava o rapaz a continuar ali.
Ele olhou habilmente para os lados em busca de alguma ' vítima ' para fazer companhia naquela noite, mas logo foi descartando cada possibilidade, não iria se juntar a desconhecidos completos nem atrapalhar a noite de seus verdadeiros amigos, eles mereciam um pouco de diversão ali naquele local, mesmo que a comemoração fosse fútil e sem sentindo, ele sentiu seu celular vibrar mas não deu atenção, não queria perder o foco em encontrar alguém disposto a aturar a falta de ânimo do moreno. Ele calmamente enfiou a mão pelo colete e retirou seu pequeno cantil de lá, levando-o aos lábios e bebendo quase todo o líquido azulado contido ali em um único gole, voltando o objeto ao seu lugar de origem enquanto sentia seu mundo todo girar.
O rapaz deu um sorriso bobo, ele nem acreditava que aquilo era tão bom, fazia tempos desde a ultima vez que tinha recorrido aquilo, aquele energético caseiro era uma das maneiras mais eficazes de desinibir o jovem e trazer um pouco de ' adrenalina ' para seu sangue, forçando-o a ser um pouco mais comunicativo e isso seria bom naquela festa, sabia que andar sozinho era algo como ter certeza de que iria ser assassinado ali na cidade e ele estava jovem demais para ir parar em um pijama de madeira soterrado abaixo do solo.
Conforme passava os olhos pela multidão, notou Maeve em um visível flerte com vários garotos ao mesmo tempo, ele riu baixo enquanto percebeu que os olhares da morena estavam em sua direção e sorriu para cumprimenta-la, sabia onde deveria ir agora, embora não tivesse muitas conversas com a garota, era melhor do que ficar sozinho e notou que ela também estava acompanhada de algumas outras pessoas. Elythron respirou fundo e começou a andar em direção ao pequeno grupo, abrindo caminho entre os bêbados e algumas pessoas que estavam mais perdidas que ele, foi se aproximando com calma. — Olá... — Disse em um tom calmo mas audível para as pessoas que estavam ali. Ele não conhecia muito bem Maeve mas ela parecia ser uma boa pessoa embora o esteriótipo de Cheerleader parecesse dominar sua aparência; Near? Neal? Ele não se recordava de nunca ter conversado com o loiro apenas lembrava seu nome por já ter presenciado algumas conversas no Campus e próxima a Maeve estava outra morena, Calliope era um nome conhecido pelo local, era uma das pessoas que não tinham um passado favorável mas ele não ligava pra essas coisas, como costumava lembrar Quem vive de passado é museu.
Se não tiverem nada contra, vou ficar por aqui mesmo. — Sorriu enquanto olhava para os lados, se aproximando mais do grupo. — Os líderes tem que ficar unidos, não?







Thanks Abbs
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Moriz Kohls Völkers em Sex Jul 01, 2016 12:18 pm


M.o.m.o
help me, please

A solidão parecia ter ido embora quando a presença de outras pessoas esteve por perto. Frances chegou apresentando o rapaz que estava com ela, ambos de mãos dadas, o que era até curioso, visto que Moriz não o conhecia ainda. - Ah, oi Dylan, prazer. - Pronunciou cumprimentando o rapaz sem muito ânimo na frase, não estava num dia tão bom, então era complicado sorrir de verdade. Os dois pareciam querer a companhia do rapaz para se divertir naquele festejo, mas a falta de vontade que o gêmeo de Frances sentia era maior que tudo. - Parece ser uma boa ideia, vamos tentar. - Concordou mentindo na frase. "Moriz pare de ser cabeça dura, vai com eles", pensou o jovem antes de arriscar um passo a frente para avançar.

- Eu? Um cara legal? Isso soa tão estranho vindo de um popular. - respondeu Moriz para Dylan, querendo entender a jogada do outro, visto que populares e geeks geralmente não se falavam e muito menos possuíam alguma espécie de amizade, mas podia ser apenas algo para agradar Frances, pois todos os ficantes da irmã que Moriz conheceu faziam isso na frente dela e depois fingiam não o conhecer. O problemático não é de muito amigos, isso é fato.

"O que eu faço." Pensou coçando a cabeça sentindo uma jovem falar com ele, mas estava tão distraído que achou que era alguma voz no seu sub-consciente. - Sabrina, que susto. - Disse balançando a cabeça negativamente, esvaziando a cabeça dos pensamentos assombrosos. - Resolveu vir conversar com um velho amigo então. - Afirmou analisando as três pessoas próximas a ele. Moriz não sabia o que fazer, não sabia como reagir a mais de uma pessoa conversando com ele.

A confusão mental era só o princípio de tudo. "Tranquilizar a Frances?." Moriz deixou o pensamento cutucar sua cabeça com uma dor leve. - O que esta acontecendo? Frances? Alguém esta de incomodando? - Pronunciou fechando a cara e o punho de uma das mãos, olhando ao seu redor, preparando para bater no tarado que havia a provocado. Moriz podia não ser bom de briga, mas não era bobo. Se mexer com ela, mexeu com ele.

#Frances #Dylan #Sabrina

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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Frances Kohls Völkers em Sex Jul 01, 2016 2:22 pm


lake party
❝ Everything's in order in a black hole ❞

Em sua mente, Frances, você traçava vários modos de tomar o celular de Moriz antes que ele visse a mensagem. Porém, você sabia que a ignorância era perigosa e que não poderia esconder aquilo para sempre dele, mas preferia você mesma contar.

Para sua sorte, tinha Dylan ao seu lado, que estava sendo maravilhoso para você no momento e a tranquilizava. Então você escondeu sua preocupação, Frances, temendo ficar paranoica. — Ah, Moriz, você é legal! E eu não digo isso só porque sou sua irmã. Só é tímido — você sabia no desconforto que Moriz sentia ao interagir com outras pessoas, e até foi uma surpresa o encontrar na festa.

Sabrina apareceu do nada, se juntando ao trio. Você a conhecia, Frances, claro, não apenas porque ela era popular, mas era amiga de Moriz. — Hey, Sabrina! — cumprimentou sorridente para a loira que havia acabado de chegar. Dylan logo dizia sobre você está preocupada com Moriz, e ficou internamente agradecida por ele abordar esse assunto. Moriz de cara já perguntava se alguém estava a incomodando, o que arrancou um sorriso seu, que adorava aquela proteção de irmão que tinha entre vocês. — Parece que alguém andou fazer uma brincadeira de que um assassino está a solta e quer relembrar os assassinatos que aconteceram aqui — você sente um calafrio só de pensar que estar no lugar de um assassinato. Você não apenas olha para Moriz, para também para Sabrina que está ao seu lado. — Melhor não andarem sozinhos, brincadeira ou não, devem querer só nos assustar... E Moriz, me empresta seu celular? Preciso salvar o número de Dy e o meu descarregou — você tentou soar convincente, e deve ter funcionado, porque Moriz nem deve ter prestado muita atenção por estar com Sabrina.

Você pegou o celular dele e se virou para Dylan para que Moriz não acabasse vendo o que fazia, esboçando um sorriso que, apesar de sincero, não era o seu melhor. — Não foi totalmente uma mentira, Dy — você diz, logo após apagar as mensagens anônimas. — Mas foi um jeito bem discreto de conseguir seu número — você diz, encarando Dylan com um sorriso, acabando com toda a discrição. Ser discreta não funcionava com você. Riu, entregando o celular de Moriz para Dylan salvar seu número. — Depois eu passo para o meu e apago — após tudo feito, entregou o celular para Moriz, dizendo para ele espera-la para ir para casa, que ela iria com ele, e que continuaria ali ao seu lado, dançando com Dylan.

— Agora irei te ensinar a dançar — disse se virando para Dylan e se afastando apenas alguns passos de Moriz e Sabrina. Diminuiu a distância que estava entre os dois, sorrindo e tentando esquecer das mensagens. — Estou mais tranquila agora. Muito obrigada por me ajudar, Dy.

vestindo: isto // citados: Dylan, moriz e sabrina
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Caleb B. Abernathy em Sex Jul 01, 2016 3:38 pm

P-P-P-PARTY!
Party and party and party and yeah!
Charlotte realmente não parecia estar em seu melhor estado. Não demorou mais que um par de dezenas de segundos para ela se afastar de sua irmã e voltar até mim. Ela dizia que ficaria bem, e eu realmente acreditava. Uma noite um pouco fora do normal não mata ninguém - nos dias e lugares normais - então eu apenas acenei quando ela disse que precisava ir ao banheiro. Virei para Calliope e dei de ombros, voltando para Charlotte pouco depois. - Não imaginei que fosse forçar nada. Acho que podemos ir por ali, naquela árvore lá. - Apontei, e logo foi arrastado para o lugar que eu havia mostrado. A garota parecia estar em um poço fundo, cheio de vergonha daquela situação.

Logo que cheguei com uma Charlotte cambaleante, ela começou a desabafar a situação para mim, e eu ouvia paciente tudo que ela dizia, esperando uma brecha para que eu pudesse falar algo para que ela não se sentisse mal. - Você não precisa sentir vergonha de ter vindo, tem gente dando perda total por aí, e certamente amanhã alguém estará no hospital por coma alcoólico ou overdose. Você está excepcionalmente bem. E sobre a Calliope... - Fiz uma pausa, dando uma piscadela para ela. - Eu já conheço ela de vista. Mas sabe, lacrosse e vôlei... Temos uma rivalidade entre nós. E você não tá na merda. - Completei, vendo ela começar a forçar o vômito. Virei o rosto para não ver ou sentir o cheiro daquilo, mas logo ela pediu ajuda para que eu segurasse seu cabelo. - Eu fico aqui do seu lado, assim não parece. - Falei, segurando o cabelo dela, apenas mantendo o rosto afastado da visão daquela situação.

Percebi um movimento dela, como se levantasse a mão e percebi seu polegar para cima. Logo ela correu até o lago e mantive os olhos nela, e percebi que ela pensava um pouco sobre algo. Esperei ela lavar sua mão e dei alguns passos longe do vômito. Puxei meu celular e percebi uma mensagem, mas antes que eu pudesse ler, Charlotte chegou de novo, e seu comentário me tirou uma risada. - Tem um pessoal bem sem noção que nem tenta disfarçar. - Dei de ombros para ela, enquanto ela me puxava para a multidão. - Temos motivos para coçar. - Completei, desbloqueando meu celular e lendo a mensagem enquanto ela tirava suas sandálias. Fiquei um pouco chocado assim que as sirenes começavam a ecoar pelo lugar. - Charlotte, acho que não é a melhor hora para se divertir. Olha seu celular, vê se recebeu a mesma coisa que eu. - Virei a tela acessa para ela, procurando a irmã da garota com os olhos.

- CALLIOPE! - Gritei, puxando Charlotte para que me seguisse, até alcançarmos a irmã dela mais uma vez. - Acho melhor ficarmos juntos. Você também recebeu? - Perguntei para ela, batendo os dedos na traseira do celular enquanto sentia o nervosismo. - Acho que não é uma piada. - Meus olhos correram para os carros de polícia mais uma vez, percebendo a seriedade da situação. - Parece que não estamos sozinhos aqui. Justamente onde tudo começou... Droga! - Praguejei, olhando para as pessoas que estavam próximas, torcendo para que tudo não passasse de um susto.
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Calliope Aisha El-Hashem em Sex Jul 01, 2016 4:00 pm

everybody scream!


Charlotte reclamou sobre Caleb e me deixou antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo. Revirei os olhos, prestando atenção em Sage, que tinha ficado branca como uma folha de papel, e deixou a rodinha. Meus olhos caíram em Neal e, por um minuto, eu me toquei do que estava acontecendo. A polícia cercou o o local, e as sirenes podiam ser ouvidas ao longe. Não!

Peguei meu celular e abri a caixa de mensagens, já escrevendo uma para Brandon. O garoto não me respondia e também não visualizava nenhuma mensagem. Péssimo momento para transar com alguém, Brandon! A polícia está aqui! Digitei a mensagem e o enviei, colocando o celular de volta em meu bolso. A preocupação tomava conta de mim, e eu olhei para Neal com um semblante sério no rosto.

-Novato, não saia dessa rodinha, entendeu?

E de repente, eu não conseguia sentir meu rosto, nem ao menos o meu coração batendo. Eu não conseguia ver Brandon em nenhum canto da festa, e o celular de todos ali presentes tocaram ao mesmo tempo. Merda, merda, merda! Minhas mãos estavam trêmulas, e eu peguei o celular, o destravando e vendo o nome Anônimo na tela. Não podia ser. Ele não podia estar de volta, podia? Olhei para Neal em desespero e nós ficamos perto um do outro na rodinha. Meu coração estava acelerado, e eu não sabia mais o que fazer. O garoto que era líder do time de natação chegou com um sorriso no rosto, e eu apenas assenti para ele, ainda olhando em volta.

-Vamos, Charlotte, onde você está?!

Eu não sabia se podia confiar em Caleb, mas eu esperava que sim. Minha mão foi a minha testa, o semblante de preocupação evidente em meu rosto. "Você poderia muito bem quebrar uma garrafa e rasgar o rosto de alguém nessa festa, não acha?" Balancei a cabeça enquanto rodava no meu próprio eixo, tentando ver em qualquer direção se eu via meu amigo ou minha irmã. "Uns cortes leves, e o sangue vai descer pelo corpo dele como uma calda de morango..."

Meu corpo se abaixou no chão, e eu cobri a cabeça entre as pernas. Controle-se! Se bem que ver alguns corpos no chão não seria nada mal... Não! Minha luta externa foi cessada com um grito de Caleb, e meu corpo levantou de uma só vez, enquanto eu corria para os dois. Coloquei as mãos no rosto da minha irmã e assenti com o seu comentário, os puxando para a rodinha.

-Eu... Eu não achei Brandon... -Meus olhos não paravam em um canto, e eu segurei a ponta da minha blusa, brincando com a mesma. -E a voz... Charlotte, pelo amor de Deus, não saia de perto de mim. -Olhei para Caleb apenas assentindo. -Eu também recebi. Eu achei que a cidade ia continuar em paz!!!

Eu olhava para o grupo de adolescentes que estavam conosco, e eu sabia que não podia perder o controle. Comecei uma respiração profunda, tentando acalmar meu stress, ou pelo menos o manter no controle.

C, C, N, E, M x VESTINDO x horror


layla ♣


i call the shots, darling
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Gregoir K. Kammineff em Sex Jul 01, 2016 5:07 pm



it's my job

As palmas das mãos do policial suavam. Por mais jovial e anti-profissional que fosse, ele realmente sabia quando deveria agir como um verdadeiro adulto e policial. Passou os dedos pelos cabelos, antes de voltar a colocar o quepe. A sirene apitava alta, as luzes giravam rapidamente, e o caminho até o lago se encurtava. A freada rápida fez com que a lei da inércia se fizesse presente, impulsionando seu corpo para frente. Atentou ao pedido do xerife pelo rádio, soltando o cinto de segurança e saindo do veículo, tomando uma das posições para impedir que os jovens saísse. Colocou a mão na cintura, verificando se estava com os equipamentos, tendo a certeza que tudo estava correto. -Parece que os jogos vão recomeçar.

Os olhos percorriam os jovens, o suor frio escorria pela testa e os dedos estavam levemente trêmulos. Todos achavam que a cidade estava segura de assassinos, mas uma mensagem de texto havia despertado a emergência do departamento de polícia. Com certeza o xerife estava preocupado com sua filha, que fazia presença na festa, mas não poderia ser tirado da mente que a garota poderia ser uma suspeita. Ash negava com a cabeça, tentando afastar tal ideia da mente, como se ela fosse insana. -Isso vai acabar. - Murmurou para si, encostando o corpo contra a viatura, soltando o ar que ficava preso em seus pulmões.
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Andrew Sloan em Sex Jul 01, 2016 5:15 pm

Andrew Sloan
Sangue frio que corre em minhas veias congelou meu coração.

 

Era nítida a falta de interesse pela parte de Harper. Ela pouco olhava Andrew, pouco falava com ele. Essas coisas chegavam a desanimar Andrew, não pelo fato dela estar sempre esnobando ele, mas sim por ele sempre estar disposto para ela e ela nunca perceber.
O celular de Andrew tocou com uma sms estranha. Era fato que coisas aconteciam e muitas poucas respostas eram dadas e isso fazia com que todos ficassem apreensivos, ainda mais em uma festa, porém todos sabiam que o assassino não seria burro o bastante para atacar pessoas em grupos e naquele momento isso era o melhor a se fazer.
Sem responder questionamento algum, Andrew caminhou um pouco atrás do restante do pessoal com os olhares inquieto para os lados. A preocupação se fazia presente e ele não conseguia esconder isso. Já dentro do local, ele pegou o celular voltando a ler a sms, para ver se conseguia alguma pista mais, porém sabia que seu forte ela o esporte e não uma investigação.
O que restava era aproveitar, não podia deixar que aquilo atrapalhasse a festa, estavam todos ali, junto uns dos outros, era curtir o momento. Andrew se aproximou de uma mesa, pegou um copo de bebida e voltou toda sua atenção para a festa, não deixando de flertar com Harper junto com um pouco de preocupação com a garota em determinados momentos.

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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Cam Behøwl-Gottshalk em Sex Jul 01, 2016 5:53 pm




look




A impaciência era nítida em Octavian. O ruivo forçou um sorriso para o garoto que viera falar com ele, Harper e Andrew. Lá fora, o som de sirenes era nítido, o que o preocupou bastante.

— Me desculpem, mas eu vou lá fora saber o que policiais estão fazendo aqui. - E desbloqueando a tela do celular, se afastou. Olhou para trás só uma vez, dando um sorrisinho para o trio que permanecera lá.

No caminho para fora, serviu-se de um copo de cerveja. Simples, mas o gosto agradava o ruivo. Então caminhou para longe dos aglomerados, observando os policiais que seriam mais acessíveis a respostas.

Optou por um alto, com uma barba extremamente bem feita. Tudo bem, Octavian sentira-se sim atraído por ele, mas isso não vinha ao caso. Com um meio sorriso, chegou no homem uniformizado e perguntou:

— Qual o motivo do cerco? - Guardou o celular no bolso, clicando na tecla de abaixar o volume até que sentiu o vibrar que indicava que o telefone estava no modo silencioso.





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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Gregoir K. Kammineff em Sex Jul 01, 2016 6:53 pm



it's my job

Em meio aos seus devaneios, mas ainda assim com atenção nos outros, percebeu a proximação de um dos jovens. Puxou um bloco e uma caneta de um dos bolsos e estendeu a mão para ele. -Nome, idade, endereço e telefone. - Ordenou para que o garoto passasse os dados, olhando para o bloco e logo em seguida analisando o ruivo. Bem apessoado, comentou mentalmente, mas Ashton não podia esquecer que qualquer um poderia ser um assassino em potencial ali. -Temos nossos motivos para isso, mas leve em consideração que é uma festa de faculdade durante a noite. - Respondeu ele, ajeitando o quepe que começava a cair da cabeça. -Qualquer coisa fora do comum, pode reportar para mim, policial Eldridge. - Se apresentou, estendendo a mão para o ruivo.

Alternava os olhos da festa para o ruivo, ainda reparando se ninguém tentava passar pela área que estava responsável. -Você é um dos poucos adolescentes que saíriam de uma festa para falar com um policial. - Observou o rapaz dos pés a cabeça, tentando perceber algum objeto fora do comum, mas não encontrando nada com os olhos. -Ou já vai embora da festa, tão cedo? - Ergueu as sobrancelhas para o garoto, guardando o bloco de anotações no bolso. Soltou o ar dos pulmões e revirou os olhos. -Por Deus... Coloque as mãos na viatura. - Pegou o rapaz pelo ombro e fez ele encostar na viatura. Bateu com a lateral do próprio pé nos pés do ruivo, fazendo as pernas se abrirem levemente.

Começou a revistar o rapaz, começando pela parte de cima de seu tronco, batendo a mão levemente, descendo em direção a cintura. -Vocês jovens são estranhos. - Revistou os bolsos da frente do rapaz, seguindo logo para os de trás, apertando com força a área dos bolsos. Desceu as mãos pela perna esquerda, até chegar ao pé, trocando logo para a da direita, começando do pé e terminando na altura da cintura. -Tá livre. - Disse ao garoto, voltando a encostar na viatura em seguida. -Não encontrei você com nada, então não tem problema. - Falou ao mesmo tempo que soltava o ar.
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por The Blackout Butcher em Sex Jul 01, 2016 7:27 pm

The show Must Go On
I Come for Blood


Todo ano a prefeitura de Burkitsville organiza uma festança, uma comemoração na última sexta-feira do mês de junho para celebrar a morte do Serial Killer que aterrorizou a pacata cidade por tanto tempo. 30 mortos. O homem foi baleado e flagrado na frente do lago da cidade, que virou palco de tal festa, em uma tentativa desesperada da prefeitura de limpar o nome da cidade e trazer crenças positivas perante a polícia e política incompetente local. 2001 se foi e com ela veio 2016. As coisas estavam prestes a mudar.

Mais uma noite onde os jovens perdiam as cabeças. Bebida, dança, todos em volta da enorme fogueira que iluminava o local, sequer se incomodando com a remota possibilidade de algo dar errado. Afinal, estavam comemorando a morte de um assassino e não existia cenário mais macabro que aquele. Ninguém possuía preocupações, todos se divertiam com exceção de alguns. Mensagens misteriosas foram mandadas para alguns convidados naquela noite. Adolescentes, todos entre 15 e 25 anos, receberam ameaças de números anônimos que diziam estar observando. Início das aulas muitos calouros, aquilo podia se tratar apenas de uma pegadinha. Mal eles sabiam.

O xerife da cidade também recebeu uma mensagem. Pensou que seria uma boa ideia cercar a festa com viaturas, mas ele não sabia o que viria por fim. Medidas de segurança quase inúteis, talvez tão inúteis quanto as medidas tomadas pelo antigo xerife no ano de 2001, no ano da morte do deus dos assassinatos. Ele tomava medidas de segurança, mas sabia ele que talvez um grupo de artistas estivessem planejando aquela noite por anos, e houvessem pensado em todas as possibilidades? Melhor ainda: estaria o xerife fazendo exatamente o que eles queriam? O show deve continuar.

Um apagão. De forma sincrônica todas as luzes se apagaram e um jato de água foi lançado contra a enorme fogueira, matando a chama viva que queimava. A música parou. O lago ficou em puro breu. Múrmuros preocupados e pessoas falando de canto era tudo o que poderia ser escutado. Beira do pânico. Tensão. Medo. Um silêncio mortal caiu na festa, um desastre estava prestes a acontecer e – no fundo – todos sabiam disso. Era hora do show.


Uma única luz se acendeu iluminando uma enorme balsa no meio do lago, feita em madeira, que trazia consigo tochas incendiadas pelo mais brilhante fogo. Risadas altas e psicóticas, gargalhadas e quatro figuras encapuzadas sobre o local. As quatro formavam um quadrado, tinham as mãos erguidas e olhavam para a cima, seus rostos cobertos por máscaras. Todos eles possuíam câmeras atreladas ao corpo para filmar aquele momento em especial. Era uma seita e mesmo os telespectadores mais medrosos sentiram curiosidade pelo ato.

O show pirotécnico foi quase bonito. Os policiais que tentaram se aproximar do lago foram explodidos por minas escondidas e as gargalhadas psicóticas apenas aumentavam. Eram intocáveis. Aquele número era a peça de abertura e serviria para cativar, para chocar e encantar. E com o primeiro ato, uma voz feminina – levemente distorcida – passou a soar.

-Boa noite, meus lindos e amáveis telespectadores! Viemos aqui para celebrar a trágica morte do primeiro Blackout Butcher assim como vocês!

Anunciou, soltando uma nova gargalhada. Logo uma voz masculina, também distorcida, pode ser ouvida.

-E com isso trouxemos um pequeno show. Senhoras e senhores, estão prestes a ver a maior atração da noite!

Mais risadas. Uma nova voz feminina soou, conforme a terceira figura se manifestava.

-E trazemos conosco: a vítima!

Uma enorme manta vermelha foi lançada ao lago, descoberto então um rapaz – acordado – amarrado contra um pilar de madeira sobre a balsa. Sua boca estava amordaçada e seu rosto molhado pelas lágrimas. O telão preparado pela prefeitura para a festa foi hackeado e passou a exibir a imagem do rosto da vítima, completamente consciente, acordada e em pânico. Mais risadas psicóticas.

Brandon Leon Archibald. Um dos assassinos trouxe em suas mãos uma almofada coberta, onde haviam quatro punhais, quatro facas, uma para cada assassino. A tensão no ar começou no momento em que uma das tochas começou a brilhar mais alta e então o primeiro golpe foi desferido ao menino, furando sua pele conforme um grito de horror escapava dos lábios dele. E risadas. Cada um dos assassinos começou a apunhalar o corpo do rapaz vezes consecutivas, manchando as águas do rio com a cor escarlate do sangue que escorria. As imagens aterrorizantes estampadas no telão e em seguida, pânico coletivo.

Pessoas passaram a gritar e correr para fora da festa. Um empurrava o outro, algumas foram pisoteadas e outras se machucaram com o caos que se alastrou, todos correndo por sua sobrevivência. Quando Brandon finalmente parou de respirar. As facas foram colocadas sobre a almofada que um dos assassinos segurava e risadas ficaram mais altas. Algumas pessoas estavam encantadas, outras em pânico. Era o caos se alastrando.

-Eu amei os cabelos dele!

A voz feminina exclamou, logo em seguida a voz masculina soou novamente:

-Foi um prazer recebe-los em nosso espetáculo. Senhoras e senhores, até a próxima aparição.

E  então o fogaréu aumentou, cegando todos que assistiam a cena, cobrindo o lago em uma cortina enorme de luz, ofuscando qualquer que tentasse ver além. A polícia tentou correr, mas com a agressão aos olhos teve que parar para entender que infernos estava acontecendo. E então fim. Quando finalmente as chamas se foram e as luzes se apagaram de novo, toda a energia voltou para as lâmpadas que antes iluminavam a festa no lago. O local estava mais vazio, haviam pessoas machucadas pelo tumulto e todos ainda tentavam correr para se livrar. Caótico.

Poucos se deram conta que algumas pessoas haviam desaparecido da plateia, três delas: Anastasia Rose Waldorf, Elsie Chermont e Nael G. Lerner. E no lugar dos assassinos, apenas uma balsa vazia manchada em vermelho. Nós avisamos: não fiquem sozinhos.
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Cam Behøwl-Gottshalk em Sex Jul 01, 2016 8:02 pm




look




Octavian arqueou as sobrancelhas e inclinou a cabeça para o lado. De certo o oficial estava achando que o rapaz estava tentando sair da festa, mas ainda assim, respondeu:

— Octavian Häkkinen, 19, 712 658 793, rua April Noveaux número 32. - Falou, com um tom agradável. E continuou escutando o que o policial falava. Com certeza eles estavam ali por causa das mensagens, mas oficial Eldridge o estava omitindo. Assentindo, retomou a fala:

— Na verdade eu só estava me perguntando o motivo dos policiais estarem cercando a celebração, mas você já me esclareceu. - Sentiu-se leve ofendido ao ser chamado de adolescente, ai de Octavian ainda estar naquela maldita fase. — E tecnicamente, tendo dezenove anos, eu sou um adulto. - Tomou um longo gole de sua cerveja antes de ser conduzido pelo mais alto a se apoiar na viatura.

Era claro que o oficial ia desconfiar, e naquele minuto, o ruivo sentiu-se aliviado de não estar carregando o canivete de sempre, para auto-proteção. — Uh! - Exclamou, ao sentir que Eldridge estava lhe apertando as nádegas por dentro dos bolsos traseiros. Era uma sensação ótima, inclusive.

— Bom, eu sempre ando com uma 9mm mas hoje eu estranhamente esqueci ela em algum lugar. - Ironizou, soltando um breve risinho. Muito breve.

Um apagão se fez presente, e o silêncio. Octavian fitou o oficial Eldridge a espera de uma reação, mas não foi preciso. A uma balsa no lago apareceu, com uma pirotecnia que seria incrível, se não fossem os quatro estranhos encapuzados.

Octavian pegou seu celular o mais rápido possível começou a gravar tudo. Seria uma ótima matéria.

Logo os assasinos revelaram a vítima, um aluno que o ruivo só conhecia de vista, portanto, não conseguiu sentir muito além da adrenalina que lhe percorria o corpo, nada de pânico, nada de medo. Octavian não os sentia.

Ao ouvir a menção cabelos, o ruivo arregalou os olhos. Era ela, sua ameaçadora. Mas em nenhum momento parou de gravar, nem mesmo quando as armas do assassinato foram reveladas e o crime ocorreu.

— Caralho! - Exclamou, mas não se moveu. Sentiu uma lagrima escorrer-lhe o rosto. Nunca vira uma pessoa ser morta desse jeito, ao vivo. Sentiu repulsa, um pouco de ódio também.

A pirotecnia se estendeu, e por fim, os assassinos de foram. Foi então que o ruivo notou que muitas pessoas tinham fugido, na adrenalina, mal havia percebido. Parou a gravação, e tornou a guardar o celular no bolso. A polícia jpa estava ali, não havia porque chamar o 911. Octavian não tinha reação, simplesmente ficou parado, em silêncio.




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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Orion Böhrn Feuerschütte em Sex Jul 01, 2016 9:38 pm


just a drama, a big show

Pasmo. A palavra resumia bem o semblante de Dimitri, e foi a que ele usou para se definir. Mas além disso, era a palavra que também melhor me resumia, porque ouvi-lo comentar aquilo me fez quebrar a névoa que embaçava a minha mente e me tornava impulsivo — e, assim, percebendo que o beijo não deveria ter passado de uma fantasia. O que eu não podia negar é que havia sido realmente bom.

Entrementes, a sensação dos seus lábios nos meus ainda formigava, como um lembrete de que ele havia passado por ali; só não pareciam ser o suficiente, porque logo meus lábios foram tomados pelos dele como em resposta ao meu beijo e, em instantes, eu estava novamente entregue, vibrando na mesma frequência que Dimitri. Daí até a eletricidade que me percorreu o corpo como reação aos beijos foi um salto, fazendo-me achatar os acontecimentos seguintes para uma fração de segundos, perdido em minha euforia.

Quando dei por mim, já estava sendo carregado até Sage.

A cena a seguir foi um dramalhão até certo momento, e não posso dizer que a minha veia artística não tenha gostado — apesar dos meus nervos ferverem sob a minha pele, dos meus sentidos se alongarem e da minha mente martelar para tentar ajudar a minha amiga a sair daquela situação. Dimitri deu um show de argumentação e chantagem emocional dividido em duas partes: a primeira, em que agiu sozinho, e a segunda, em que pediu ajuda. Mas garanto cegamente que ele teria dado conta de tudo.

Eu segurei forte a mão de Sage quando ele começou a declamar seu discurso derradeiro. Não posso negar que ouvir cada palavra daquela me fez trincar aos poucos o coração, lutando para o nó em minha garganta não se tornar um rio de lágrimas. Eu não sabia bem sobre o que ele estava falando, não sabia se aquilo era verdade, mas sendo ou não estava me soando convincente. O problema era que eu já havia visto atuações demais para acreditar cegamente em qualquer cena que via.

Sendo ou não sendo, conseguiu tocar fundo no meu âmago, fazendo-me apertar a mão de Sage com um pouco mais de força. Eu só não ia chorar. Não como Dimitri chorava, aumentando isso teatralmente — pude mesmo ver de perto quando o seu selinho tomou-me e quando abraçou-me, molhando meu ombro. E pela segunda vez fui paralisado, tive a mente enevoada por uma atitude, só despertando quando meus braços foram puxados bruscamente e minhas pernas foram obrigadas a correr.

Ao olhar por cima do ombro, vi uma Anastasia encharcada de cerveja, pasma pela reação de alguém próximo. E a julgar previamente pelas expressões de meus amigos na nossa corrida desenfreada, eu suspeitava que havia sido uma reação do dono de lábios macios que havia beijado-me poucos momentos antes.

Por Deus, demos sorte ao fazer aquilo. Ou Anastasia deu azar, pensei muito tempo depois. 

Enquanto corríamos, todas as luzes se apagaram e mesmo a fogueira foi extinta. Todas as vozes foram seladas num silêncio sepulcral, parecendo que todos tinham prendido o fôlego. Paramos. Não demorou muito para o burburinho começar e piorar quando uma única luz tomou toda a atenção, iluminando uma balsa que aproximava-se pelo rio — também iluminada por tochas demasiadamente luminosas.

— Mas o que é isso? — indaguei incredulamente, chocado com os quatro seres que povoavam cada canto da balsa. E mais chocado do que isso fiquei quando minas explodiram, matando alguns policiais que se aproximaram. E pensar que por uma fração de segundo eu achei que fosse alguma atração da festa, acalmando rapidamente minha palpitação.

Eles começaram a falar sobre o que estava prestes a acontecer, anunciando o "show principal": um garoto por mim desconhecido, amordaçado e amarrado a um pilar de madeira parecendo mais do que aterrorizado. De alguma forma, eu sabia o que aconteceria; ele seria morto. Aquela não era uma atração, era um novo ataque, um novo homicídio. E como eu pensei, ele foi esfaqueado enquanto berros de horror escapavam de todos os lábios ao meu redor, até mesmo dos meus.

Eu não me lembro de ter ficado tão horrorizado assim na minha vida.

Eu queria correr. Eu queria ir para casa, armar-me com uma faca e me esconder no meu armário, tendo meus amigos e a minha mãe ao meu lado par a garantir que quem eu amava não teria o mesmo fim. Eu queria estar em qualquer lugar que não fosse ali, queria não ter aquelas imagens gravadas com sangue em minha memória. Mas eu não conseguia. Minhas pernas estavam rígidas e minhas mãos, ainda segurando Dimitri e Sage, pareciam não querer largá-los nem que eu desmaiasse. Por mais que eu quisesse, não poderia sair dali.

A única coisa capaz de quebrar meu torpor foi a luz intensa que atingiu meus olhos, fazendo-me virar o rosto e fechá-los com extrema força, ainda sem soltar meus amigos. Quando tornei a abri-los, só conseguia ver o caos.

Tinha certeza que, por muito tempo, eu só veria o caos. Em toda parte.
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Ali Beatrice Delavour em Sex Jul 01, 2016 10:06 pm

Costumo acreditar que quando o dia começa dando errado, devemos voltar a dormir imediatamente, talvez na esperança de ser apenas um pesadelo, e acordar em um lindo dia de sol onde tudo daria certo, porem infelizmente as coisas não são tão simples. Caleb se encontrava sem falar comigo, e meu orgulho não me permitia recorrer a ele, porem sabia que iria encontrar ele em instantes, e tentava me preparar psicologicamente pra isso, embora mantesse uma aparência completamente inabalável ninguém realmente sabia o que se passava dentro de mim.

Tudo estava pronto, dei um longo suspiro antes de sair de casa tentando criar alguma coragem ou força para sorrir na ocasião, mesmo que em minha humilde opinião não havia motivo pra rir ou festejar naquele dia. Andava com passos largos e confiante pelas ruas, sozinha, não queria nenhuma companhia alem de mim mesma, quando o celular que se encontrava guardado no bolso da jeans começou a vibrar, rapidamente na esperança que fosse Caleb parei no exato momento, porem não era de Caleb, era uma brincadeira de muito mal gosto, olhei a minha volta pra ver se alguém ali me observava enquanto curtia com a minha cara, então resolvi prosseguir ignorando a mensagem.

Após a grande caminhada, e a falha total da tentativa de organizar ou chegar em alguma solução para os meus problemas, finalmente chego a " tão desejada party " , o local se encontrava completamente lotado, via muitos rostos conhecidos, novamente respirei fundo e acenei para todos com um breve e delicado aceno e um largo sorriso convincente ao rosto. Quando em uma fração tudo de apagou e a grande fogueira que era possível avista se longe não iluminava mais, meu coração pareceu parar por um momento, a mistura de medo e curiosidade era grande, porem ainda sim a curiosidade superava, logo explosões puderam ser ouvidas, e a unica coisa que pensava e se algum dos meus amigos, ou até mesmo Caleb teria se machucado, e vozes ecoavam do lago, continuava parada apenas a ouvir, não tinha nenhuma reação, quando a voz desapareceu, o que podia ouvir eram gritos e choros, não entendia, apenas temia que tudo voltasse a ser como foi no passado.

Comecei a andar entre as pessoas, ignorando qualquer perigo que poderia existir, apenas queria encontrar uma pessoa, o orgulho não cabia mais dentro de mim, tentava achar luz com o visor do celular, o que parecia difícil no fim se tornou fácil, até mesmo em meio as sombras lá estava ele, acompanhado com mais duas garotas que não conseguia reconhecer, fui me aproximando dele sem nenhum sutilidade, e não me importava com o que tinha acontecido antes daquilo, porem ainda sim não sabia o que fazer ou dizer. - Caleb ... - disse suavemente, porem o bastante alto para que o garoto pudesse me ouvir, estava com medo, confusa, não entendia metade do que estava acontecendo, apenas existia suspeitas e incertezas dentro de mim, provavelmente aquele seria o inicio dos piores dias da minha vida.

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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Philip Scarllat em Sex Jul 01, 2016 10:16 pm




The Real Life!


i'm not just waiting
i’m walking to find you
Phillip estava inquieto em seu escritório. As filhas sempre deixando o Prefeito com os cabelos em pé. E dessa vez não podia ser de forma diferente né? O homem não acreditava que mais uma vez elas haviam saído sem permissão, "Aah, mas elas são adolescentes, são assim mesmo". Só que elas não entendiam que eram filhas do prefeito e que andar por aí com um bando de gente desconhecida era perigoso.

 
O tempo passava e nada de notícias, cada volta no relógio parecia uma eternidade e a mãe delas em um sono profundo, como se o mundo lá fora fosse um mar de rosas. O prefeito tomou o caminho do quarto com passos rápidos e furiosos, seus lábios resmungavam que naquele momento era impossível de ser decifrado.
 
O prefeito parecia prever que algo de ruim iria acontecer, foi quando veio a notícia que alguns assassinos invadiram o local e fizeram bastante estrago no lugar que estava ocorrendo a festa. Aquilo deixou o rapaz ainda mais preocupado e furioso.
 
-Aquelas meninas me pagam, a partir de hoje vão ter horário para chegar em casa e vão dormir no nosso quarto, para aprenderem- Sua voz saía num misto de ódio e preocupação.
 
O prefeito procurava uma roupa mais apresentável em seu guarda roupa enquanto que com o ombro segurava o celular na orelha, com a ligação destinada a um de seus seguranças. "Prepare mais dois homens e um carro, vamos naquela festa buscar as meninas". Foram as únicas palavras mencionadas por Phillip. Na cama Amaryllis parecia não se incomodar com o barulho que o homem fazia.
 
Phillip acabou saindo com uma roupa qualquer, não muito chamativa. A festa era o objetivo, seus olhos queimavam em chamas, no caminho os seguranças pouco falavam pois sabiam que seu patrão não estava nos melhores dias.
 
Assim que o carro parou, o prefeito foi logo descendo e ordenou que seus seguranças o seguissem e ficassem de olho ao redor. Ali estava parecendo local de guerra, muita confusão, desespero. Era um caos.
-Harper e Prudence, eu já avisei que quando saírem é para avisar. E não adianta esconder, sei que vocês estão aqui. -  . Furioso o homem seguiu o caminho para dentro de casa. Nesse momento ele não queria saber se estava fazendo elas passarem vergonha ou não, elas estavam apenas pagando por algo que elas mesmo deixaram acontecer.
 
Quando entrou na casa, juntamente com os seguranças, seus olhos percorreram todo o local e por cima de todas as cabeças, ele achou suas filhas. -HARPER, PRUDENCE, - Phillip caminhou até elas rapidamente e ordenou que os seguranças a pegassem e levassem diretamente para o carro. -VOCÊS ME PAGAM! - Disse o rapaz com os olhos vermelhos -ESSE BANDO DE GENTE DESCONHECIDA E VOCÊS SE METENDO, JÁ DISSE VÁRIAS VEZES QUE PODE SER PERIGOSO, NÃO DISSE? - Completou enquanto tomavam caminho ao carro novamente.
 
Quando já estavam no carro, Phillip pode respirar e tentar se acalmar. -A partir de hoje, vocês estão proibidas de sair de casa e vão dormir no meu quarto igual crianças, assim poderemos vigiar vocês- Ressaltou o homem enquanto ordenava que o segurança tomasse o caminho para a casa.
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Dylan Schwartz Devonshire em Sex Jul 01, 2016 11:07 pm


Everybody
wants to the world


E
ra uma sensação estranha para o garoto sentir-se tão a vontade na presença de uma pessoa ao qual havia conhecido há poucas horas, ainda mais para uma pessoa taxada de complicada como ele. Ele tentava se mantiver focado no moreno a sua frente que ainda parecia questionar aquilo ainda desconfiado de algo provavelmente por causa do status ao qual era rotulado o adolescente que crescerá acostumado com a pouca presença dos pais, acabando por fim, arrumado outros métodos para que deixasse a solidão e libertar-se de sua timidez. — Parando para pensar... Creio que tenha razão! Soou muito estranho. — Afirmou, logo levando às mãos a cabeça e coçando com um sorriso descontraído de orelha a orelha na face, buscando pelos olhos do moreno. — Apenas tente ignorar meu status de Popular e tente me conhecer, creio que tenha uma chance de mudar de opinião em relação a este pessoal e que alguns são diferentes dos outros. — Falou sério, deixando aquilo explícito na sua face apenas pedindo uma chance para que pudesse mudar a opinião do garoto, ignorando o status ao qual ele era rotulado pelos outros universitários.

Dylan voltou à atenção até a loira ao seu lado que ainda parecia um tanto diferente, logo notando a aproximação de outra garota que já havia visto pelos corredores da faculdade e também, sabia sobre a sua popularidade na faculdade que era admirável. Ele manteve-se em silêncio, deixando que os irmãos conversassem entre si e pudessem resolver aquilo, divagando pela sua mente por um longo instante antes que viesse a ser despertado pela voz da acompanhante ao mencionar o seu apelido, trazendo de volta o moreno ”Ela me parece assustada e preocupada com o irmão, então está é a ligação de irmão gêmeo?” Pensou curioso com aquela proteção de ambos tentando proteger um ao outro.  — Você é com toda certeza uma caixinha de surpresas, Fanny, eu admito. — ele pegou o celular anotando na agenda de contatos do celular do irmão da garota o número e salvando na lista.

Logo se afastando alguns passos acompanhado da linda garota, assentindo com a cabeça ao notar a aproximação dela com um pequeno riso fácil e costumeiro do popular aluno que se aproximou da garota ao escuta-la agradecê-lo maneando a cabeça de um lado ao outro cuidadosamente, envolvendo as mãos sobre a cintura da garota e deixando o corpo dela próximo o suficiente para que pudesse ouvi-la e conversar com a garota. — Não precisa me agradecer, é sério! — comentou, em seguida procurando pelos olhos da garota que parecia se divertir e deslizar uma das mãos até o copo da garota e o pegando para si. — Melhor você parar de beber. Acabei percebendo que já está rejeitando a bebida e também com tudo isso é o mais indicado a se fazer. Ainda mais que irá ficar pior se estiver bêbada, irá ficar mais sensível... — Logo ele jogou o copo com o liquido no chão não esperando sequer a resposta da loira pensando estar fazendo o melhor para ela naquele momento.

Repentinamente as luzes se apagaram trazendo uma péssima sensação nesse meio tempo, logo buscando trazer o corpo da Frances em direção ao seu tentando trazer a falsa esperança de segurança para a loira, algo ao qual poucas vezes fazia com desconhecidos. O silêncio tomou conta da festa que antes possuía diversas pessoas dançando e quando a luz ao centro revelou os engenhosos que estavam por trás daquilo, a atenção do moreno fora roubada pelas explosões que provavelmente teria sido obra deles também, o medo era o maior inimigo do garoto que ficou paralisado assistindo aquilo de mãos atadas, reunindo forças apenas para sussurrar para Francês.  — Fique perto de mim, por favor. Caso algo aconteça com você, provável que seu irmão não me perdoe por isto. —  pela voz do adolescente o medo era evidente e a faca nas mãos de cada um dos integrantes daquele ato de crueldade passaram a acertar o garoto sem que permitissem a reação dele, acertando várias vezes seguidas e manchando a água com o sangue do universitário e ao final, percebendo o tumulto se formar, enquanto procurava pelo irmão da atleta. — Temos que sair daqui, Frances. Não irei machuca-lá e provavelmente seu irmão espera que eu a leve em segurança para ele. Poderia confiar em mim? — questionou ao notar o alvoroço e perder o irmão da mesma de vista. Aquele era a grande surpresa que reservaram para cada um ali presente? Amedrontar e espalhar uma mensagem, talvez fosse o motivo de cada um daqueles seres desconhecidos.




#frances #moriz

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dylan,
Cause you are the piece of me I wish I didn't need chasing relentlessly still fight



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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Caleb B. Abernathy em Sab Jul 02, 2016 12:28 pm

P-P-P-PARTY!
Party and party and party and yeah!
Meus olhos estavam nervosos indo de um lado para o outro. Eu procurava Brandon assim que Calliope citou ele. Eu não simpatizava com o mesmo, mas ainda assim eu ficava preocupado. Meu celular não apitara mais uma vez, minha mão estava molhada, meu coração acelerava. Antes de abrir minha boca para expressar qualquer coisa, as luzes se apagaram. Eu parecia sofrer de um mini infarto, minha respiração falhou e meu coração parecia querer sair pela boca. - Caralho. - Foi a única palavra proferida. Um jato de água apagou a única fonte de luz que ainda existia após um apagão. Puxei meu celular com a mão trêmula e acendi a lanterna, para tentar enxergar o que acontecia. - Estamos na merda. - Sussurrei, notando uma luz se acender em uma balsa no lago. Engoli em seco ao notar que eram quatro pessoas que escondiam a identidade.

Qualquer um que tentasse se aproximar, explodia uma mina. Engenhosos eram estes. Três vozes distorcidas, quase agoniantes, falavam, e uma única palavra chamou a atenção: vítima. Logo o telão se acendeu, e o rosto chocado e um dos alunos da faculdade foi mostrado. Brandon, amordaçado e preso para que não pudesse fugir. Meus olhos perdiam o foco, principalmente a partir do momento que os assassinos empunhavam adagas. Quando o primeiro golpe atingiu Brandon e o sangue começou a escorrer pelo seu rosto, senti meu estômago embrulhar e me curvei, sentindo tudo que eu havia bebido ser expelido pelo meu corpo, tornando o chão embaixo dos meus pés grudento. Passei a parte de trás da mão na boca para tirar o resto do vômito, sentindo minha cabeça girar. Apenas uma voz se destacou para mim, e minha cabeça girou na direção que esta vinha.

Meus olhos conseguiram encontrar o rosto de Ali, e eu envolvi meus braços nela, apoiando a cabeça em seu ombro. - Ali... Você está bem? Está tudo certo com você? - Falei com a voz abafada para ela, tentando focar seus olhos entre as lágrimas de nervosismo. - Não se machucou? - Falei, encostado meus lábios suavemente nos dela. - Me desculpe. - Murmurei, não conseguindo esboçar um sorriso, ainda abalado pela morte que acontecera na frente de todos. Sequei meu rosto e apertei Ali delicadamente nos meus braços, limpando a garganta que ainda arranhava. - Acho que aqui não é mais seguro. - Disse alto o suficiente para que Ali, Calliope e Charlotte ouvissem.
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Stephan Du Dertzbacher em Sab Jul 02, 2016 1:06 pm


Is this a... Party?
Eu não sabia o que estava acontecendo, mas o pânico se instaurava. Me submeti a seguir Harper para dentro da casa, cruzando os braços e mantendo os olhos baixos. "Claro, só vou ficar quieto mesmo." Pensei, dando de ombros entrando na casa. — Não gosto disso. — Falei em um tom baixo, mais para mim que para qualquer outro. Brincava com meus próprios dedos, colocando um em cima do outro, como se embaralhasse eles e soltasse em seguida, cantarolando qualquer coisa que me vinha na cabeça. — Harper...? — Me arrisquei a falar, tentando parecer natural. — Você acha que nós vamos morrer? — Falei segurando o ar nos pulmões, mas parecia que o destino queria brincar comigo, ou melhor, com todos nós. As luzes se apagaram, o que tirou um grito de mim, soltando todo o ar que eu guardava. Eu sentia medo, tanto medo quanto da vez que meus pais morreram.

As vozes que sucediam com certeza não iriam ficar apenas na tentativa de nos atormentar, certamente não seria tão simples. Dito e feito, do lago surgiram luzes de tochas da maneira mais creepy possível. Um garoto que certamente cursava a faculdade estava preso, amarrado e o pânico era claro. Quando os assassinos pegaram seus punhais para começar a agressão contra o rapaz, eu continuava a observar tudo o que acontecia. Cada corte, cada punhalada e o último suspiro de vida escapando do rapaz. Meus olhos se mantinham fixos, não conseguia desviá-los daquela cena bizarra. Por fim, quando as luzes voltaram a apagar e reacender, consegui virar o rosto para Harper. Meus lábios tremeram antes que eu expressasse qualquer coisa. — Eu acho... Que eu vou. —  Falei baixo, saindo de dentro da casa.

Meus passos iam rápidos, o mais próximo do lago possível. Suas águas, escarlates, prendiam minha visão, assim como o aviso para ninguém ficar sozinho. Como não ficar sozinho? Agora não me importava, na verdade, eu apenas queria ficar distante daquele lugar. Eu sabia que nada de bom poderia resultar daquilo, e dito e feito, aquilo havia acontecido. Não comigo, mas quem sabe eu não seria o próximo? Eu queria ir para minha casa, ficar sozinho e respirar, tentar apagar aquela noite da minha mente, tendo a certeza que seria praticamente impossível. Apenas se afastava do lugar, em direção a sua casa, mantendo os passos ritmados, rápidos e compassados. Burkittsvile aparentemente voltaria a ser a mesma cidade de antigamente.


OFF: Stephan saiu do local.


Última edição por Stephan Du Dertzbacher em Sab Jul 02, 2016 8:00 pm, editado 1 vez(es)
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

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