The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

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The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por The Asylum Slayer em Dom Jun 26, 2016 9:47 pm

Relembrando a primeira mensagem :

The Blackout
Ambientação

O lago é o local mais conhecido de Burkistville, casa do assassinato mais conhecido de todos: aquele que fez a cidade ficar um pouco famosa aos olhos dos outros estados. Apesar de tudo, o lago é o local onde os adolescentes mais vão quando querem matar aula, ou apenas ir em um lugar vazio. O lago sedia, também, uma festa anual para comemorar o assassino em série que a polícia conseguiu capturar.
A Festa

Todo ano, durante a festa, o píer do lago, palco da maioria dos assassinatos, é repleto de fotos, flores e velas das vítimas do assassino. A partir dele, a música, comida e bebida ganha espaço, onde praticamente todos os jovens da cidade se reúnem para celebrar a morte do assassino.
Algumas regras


- Está livre para postagens a partir do dia 26/06/2016.
- A festa irá durar até dia 04/07/2016.
- Poderá haver mortes.
- Caso algum personagem seja morto, o player terá direito à um novo personagem com tudo disponibilizado pela administração.


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The Asylum Slayer
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Alasca Courvoisier em Qua Jun 29, 2016 10:48 pm


we're just a million little gods causing rainy storms; turning every good thing to rust

O barulho da garrafa vazia de cerveja chocando-se contra a lata de lixo foi diminuindo na medida em que a garota caminhava até o lago.

Ir em festas da cidade, para a morena, era desgastante. O grande aglomerado de filhinhos-de-papai incomodava-a, no entanto era tolerado por necessidade de bebidas de graça e de maior liberdade para fazer qualquer coisa que desejasse. Basicamente, era um dia que os funcionários tiravam folga de gritar “NÃO FAÇA ISSO!”.

O que poderia se esperar de uma grande quantidade de adolescentes reunidos em um só lugar com música alta, drogas – que não eram liberadas, mas toda classe tinha seus contatos – e bebidas? Confusão.

E para ela, o caos era reconfortante.

Alasca acomodou-se em uma pedra e mergulhou a mão no bolso de sua jaqueta, tirando de lá um cigarro e o isqueiro. Acendeu-o. O calor repentino do fogo em seus dedos era aconchegante, como de costume. Tragou, moldando duas suaves covinhas em suas bochechas. Seus olhos foram se fechando na medida em que a fumaça era expelida entre seus ábios semiabertos. Tudo a sua volta parecia ter diminuído a velocidade, deixando-a dentro de uma cena em câmera lenta.

Carros e casa de luxo, roupas de marca, bolsas de milhões; tudo fazia parte de uma máscara que cada um deles criava na esperança de sentir-se melhor. Alasca acreditava que na maioria das vezes era uma falha tentativa de impressionar alguém, já que a pessoa acabava se perdendo em meio aos estereótipos, deixando que as coisas materiais tomassem conta de si – não o contrário, como deveria ser. Por esse motivo que Alasca era taxada como “rebelde” pela maioria. Ela pensava diferente, ela enxergava.

Sorriu.

Claro que havia uma ponta de insanidade, mas shhh.

— Bonsoir, Burkittsville! — Alasca acenou para o nada e levou o cigarro aos lábios, dando outra tragada antes de se levantar e ir em direção às bebidas.

© lavínia cavendish

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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por September W. Proudmoore em Qua Jun 29, 2016 10:51 pm

Party

Let's have fun , partying , kissing, sex , and what life you want




Percebi que o menor ali em sua frente não tinha se importado muito com a situação em que ficava, me aliviou de alguma forma, afinal eu nunca iria sair derramando coisas nas pessoas assim; por isso ia dar uma pausa nas bebidas a partir daquele momento. Acenei cordialmente para cara palavra proferida pelo outro rapaz, que em seu tom parecia ter outros interesses e não apenas em que eu o ajudasse com a camisa molhada. Os olhos dele de encontro com os meus me fizeram ficar um pouco mais astuto, porém acabou deixando os sorrisos escaparem de forma cordial. –Em todo caso vou lhe arrumar uma camisa nova, nem que tenha que ir para minha casa para conseguir uma. Já te vi algumas vezes, é dos líderes certo? –Perguntei um tanto curioso, pensando e tentando ter alguma memória que deixasse mais claro quem era o garoto a minha frente; ele provavelmente deveria me conhecer por nome ou qualquer foto.

Primeiramente cada sinal que ele pendia a ter me deixava ainda mais curioso, com inúmeras coisas rodeando a minha mente, o que o outro realmente queria? Estava começando a ficar explicito depois de suas atitudes. As palavras que vieram a seguir deixaram bem claro o que o garoto queria, me fazendo repousar uma das mãos nos ombros dele, com um sorriso mais malicioso.  –Vamos para o meu carro... Vou te arrumar uma roupa nova. –Pronunciei dando mais um gole na bebida, e quando estávamos a sair um loiro se aproximou, falando o meu nome e o de Ethan.  Virei-me de costas, impedindo que fosse para qualquer lugar, percebeu a piscadela desviada para o garoto ao meu lado, ficando com a boca entre aberta. –Muitas... A festa está ótima não? Você é...? –Falei em um tom vago, pegando o celular com a lista de quem eu realmente conhecia e deveria ter algum interesse.

Cruzei os braços, encarando o loiro com um sorriso um pouco mais atencioso e atraente, erguendo minha sobrancelha esquerda ao falar da parte das fotografias. –Então me acompanha? Isso é interessante... –Murmurei, mordendo o canto dos próprios lábios, dando uma cotovelada de leve em Ethan ao meu lado. –O que acha de nós três animarmos um pouquinho mais essa festa? Seria divertido, isso aqui está um tédio.... Preciso beber e fazer umas coisas a mais... –Murmurou, dobrando os braços e apoiando uma das mãos ao meu queixo, olhando para os lábios de ambos.









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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Ashley W. Joseph em Qua Jun 29, 2016 11:21 pm


Teenagers
they say all teenagers scare living shit on me they could care less a long someone will bleed so darken your clothes or strike a vilont pose they maybe leave you alone but not me.


Eu estava me arrumando para a festa já estava um tanto atrasada não precisava mais. Me olhei no espelho, flannel vermelha, skinny preta, converse, nada muito para chamar atenção afinal era esse tipo de festa, era para comemorar a morte de um psicopata, o que vem entre nós essas pessoas inventam motivo sem noção só para encher a cara. Somos adolescentes pelo amor de cristo é o que fazemos. Merda, erros e aprendemos com isso.


Eu peguei minha moto e dei boa noite aos meus tios, o que não me faz ficar surpresa eles não ligarem para a sobrinha sair a noite com mais quatro assassinos a solto. YAY FAMÍLIA. Nem posso brigar com eles tanto assim, ele me ajudaram para caramba e me acolheram então nem discuto ou tento não. Coloquei o capacete a jaqueta de couro e dei ligação na moto. 


Chegando no lugar encarei a imensidão do lago, era de assustar, havia nevoa e o barulho da festa minha até aqui. O lago era hipnótico, não consiga para de olhar, até ouvir algo na floresta que me fez entrar com rapidez na cabana. Olhei em volta enquanto corria dentro. 


Estava completamente cheio, quase não reconhecia ninguém, mas dava para ver alguns reconhecidos que via pela faculdade mas nunca soube os nomes direito, afinal não era muito social, não porque não queria mas porque eu apenas sou mais na minha e prefiro fazer amigos com calma. Eu tinha alguns já, gosto de grupos mais pequenos. 


Olhei e Olhei para ver alguém que conhecia e vê Alex, e fui até ele,  Oi Alex, está sozinho—   Eu perguntei animada, sou uma pessoa que se pode se dizer motiva e animada.  Eu to indo pegar algo para beber vamos. —  insistir mais do que perguntei não queria deixar ninguém sozinho.


Fui até as bebidas para obviamente beber algo, cheguei e já estava com cedo mas não tinha certeza se queria começar já com cerveja ou algo assim então eu procurava bebidas eu me deparei com Alasca. Ela era linda, olhos azuis, cabelo moreno, pelo pálida e algumas sardas. Oi Alasca, que legal te ver. — ei algumas pessoas me acham insuportável meu jeito animado de ser, eu acho bom ser positivar e influenciar as pessoas para deixa-las mais felizes com a vida que tem porque podia ser pior, muito...

usando isso | with Alex & Alasca | don't be alone


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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Calliope Aisha El-Hashem em Qua Jun 29, 2016 11:42 pm

everybody scream!


Meus olhos olharam pela multidão e, de relance, vi o rosto da minha irmã. Apesar de eu ser uma cópia fiel sua, e ela ser um ano mais velha, nossas imagens perante a faculdade eram muito diferentes. Charlotte era a irmã mais legal do mundo quando estávamos sozinhas. Ela sabia da minha condição, dos meus remédios, e se preocupava muito comigo. Eu não podia ter pedido uma irmã melhor para mim. Acenei para a morena e lhe ofereci um um sorriso, recebendo outro de volta e assim ela foi conversar com o seu grupo de amigas. Eu nunca entendi porque elas não gostavam de mim e, sinceramente, eu não ligava muito. Contanto que ela estivesse feliz, eu estava feliz.

Minha atenção foi tomada pelos braços de Maeve passando pelos meus ombros, e eu abri um sorriso, segurando a mão da menina com a minha, e dando um beijo em sua bochecha. Eu e Maeve tínhamos andado muito juntas em nosso primeiro ano da faculdade. Treinamos juntas para conseguir um lugar em nossos times, e chegamos a glória de sermos capitãs juntas. Era uma questão de status, entende? E também de empatia de duas calouras, uma pela outra. Brandon nunca tinha conversado com a morena antes, mas logo que ela chegou ele se colocou em uma posição de "macho alfa".

-Aqui é melhor para conversar, mesmo que sejamos obrigadas a ouvir tanta bosta saindo da boca do Brandon. -Pisquei para o menino mostrando que era um gesto de brincadeira e voltei a olhar para Maeve. -Onde está o seu squad? Faz tempo que eu não os vejo.

Sinceramente? Se eu fosse Sage eu já teria dado um escândalo, e falado para nenhum dos dois meninos sequer encostar em mim de novo. Neal e Brandon pareciam dois cachorros que simplesmente não conseguiam deixar o brinquedo novo de lado, e ficavam cada um de um lado puxando para ver quem ia ganhar. Eca. A irritabilidade no rosto da loira era claro, e ela não deixou que as palavras do tatuado chegassem nela. Eu sabia que estava certa sobre o que eu tinha falado para Brandon, e eu já tinha orgulho de minha mais nova amiga por aquilo. Um sorriso apareceu em meu rosto quando ela tirou a mão dele de seus ombros e eu me abaixei, mais uma vez enchendo o copo com a cevada gelada. Não era uma das melhores cervejas, mas, como diz o ditado, era o que tinha para hoje.

-É o que?

Antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo, Sage me puxou pela mão para onde os adolescentes estavam dançando. Em reflexo, passei meu braço no de Maeve, os entrelaçando e a levei comigo. Nós três fechamos em uma rodinha, e eu abri um sorriso, começando a mexer o meu quadril para os lados e as mãos para cima, começando a dançar. A música não era uma das minhas favoritas, mas, não viemos aqui para ficar apenas conversando. Dei mais um gole em minha bebida e apontei para o copo de Sage, sem entender muito bem o porque do mesmo ainda estar cheio.

-Caloura, você não bebe? Não me diga que precisarei te levar para o caminho bom da vida!

Eu e as meninas começamos uma conversa leve entre nós. Risadas iam e vinham, e nossos corpos dançavam junto com os outros. Eu com certeza não estava bêbada, mas a minha cabeça já não pesava tanto quanto antes. Caleb, o capitão do time de vôlei me cumprimentou e eu apenas abri um sorriso para ele, assentindo com a cabeça. Eu nunca tinha entendido o que esse menino tinha de errado, talvez fosse só a nossa rivalidade, talvez fosse algo a mais. Eu não estava aqui para julgar. Minha irmã estava no grupinho ao qual ele falava, e eu apenas voltei a cabeça para minhas amigas, voltando a prestar atenção na conversa.

-Eu até acho aqui um pouco mórbido, mas as manhãs são maravilhosas. Você vai ver, Sage. Burkittsville é uma cidade um tanto estranha, mas você acaba se acostumando a tudo isso. Confie em mim, eu morava em Los Angeles. Se eu consigo, você consegue. -Antes que eu pudesse responder, o corpo de alguém se cola com o meu, e eu olhei para as mãos que me cercavam: Charlotte. Sua língua estava travada, e ela parecia não saber do que estava falando mais. Revirei os olhos e apenas olhei para Caleb, um claro pedido de desculpas estava colado em minha face. -Sim, eu o conheço.

Caleb voltou a dançar com a minha irmã, mas eu já não conseguia parar de olhar para ela. A preocupação passou por mim, e eu bebi o resto que tinha em meu copo, logo pegando o copo de Sage e o colocando em cima do meu, encaixando os dois. Olhei para a loira e o entreguei de volta. Me permaneci no grupinho, mas virei a cabeça para escutar o que Caleb tinha comentado. Assenti e peguei a mão da minha irmã, a puxando mais uma vez para perto. Entrelacei meu braço com o dela e abri um sorriso sem graça para Maeve e Sage.

-Meninas, essa é a minha irmã, Charlotte. Charlotte, essa é Sage e Maeve. -Entenda, eu não tinha vergonha da minha irmã, mas sim do estado que ela estava. Eu estava um tanto sem graça pelo fato que minha irmã mais velha estava completamente embriagada, sem ao menos conseguir se manter de pé sem ajuda. Deixei que ela se apoiasse em mim enquanto escutava o que as meninas conversavam mais uma vez. Eu só sabia de uma coisa: Ela não podia ficar sozinha.

Olhei mais uma vez para o local, procurando a cabeça loira de Brandon que eu não tinha visto fazia um tempo. Neal estava sempre indo e vindo, pegando mais bebida ou fazendo sabe-se lá o que Deus saiba. Olhei para as meninas e suspirei um pouco preocupada. No final das contas, ele era meu amigo e, em Burkitsville, não era sábio andar sozinho.

-Vocês viram Brandon por aí?

N, S, C, M x VESTINDO x PARTAY!


layla ♣


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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Dylan Schwartz Devonshire em Qua Jun 29, 2016 11:52 pm


O jovem apoio o copo sobre a mesa que estava ao lado de ambos com um sorriso amigável que ousava em não deixar-lhe a face do estudante enquanto buscava algo em comum com a loira, escondendo ambas as mãos em sua calça jeans por um momento deixando de lado a ideia de continuar a beber, mas não descartando a possibilidade de beber ainda mais até o final da festa ainda mais enquanto observava as loucuras que aconteciam e estavam lhes reservando até o final daquela noite. Dylan ergueu a mão direita levando até a nuca e passando a acariciar o local demonstrando-se um pouco nervosismo e incerteza se aquela garota era quem imaginava, ao lembrar-se de um breve lampejo.

Me recordei de onde a visto... Time de natação! Você é uma das atletas, estou correto.  — o garoto finalmente conseguirá ficar em paz em relação à dúvida que o cercava e aquele momento fora um tanto que tranquilizante para ele por ter se livrado da sua curiosidade que o instigava a tentar descobrir sobre ela. Ele se manteve imóvel por alguns instantes antes de novamente retirar as mãos de dentro de sua calça puxando o copo si e bebendo o resto do conteúdo, esperando que a loira confirmasse ou não.

A cabeça dele encontrava-se um verdadeiro turbilhão de pensamentos á medida que os olhos castanhos dele percorriam pelas fotos como se tentasse descobrir algo nelas, antes de ouvir o nome da garota que aos poucos começou demonstrar um pouco de seu lado extrovertido deixando que a conversa ficasse ainda mais agradável. — Frances? Imagino que seja algum apelido para Francesca, ou algo similar... — arriscou-se o moreno tentando aprofundar-se e descobrir mais que o seu apelido, quase que esquecendo por completo da pergunta da adolescente. — Dylan Schwartz. Bem, caso queira colocar algum apelido, tudo bem. — Falou bem humorado.

Por um momento o ar sério tomou a face da garota que sem demonstrar um traço de sua linda risada comentou sobre o elogio, arrancando um pequeno calafrio do estudante que suspirou pesarosamente ao ouvir a voz dela, só recuperando-se ao final quando a garota admitiu a sua brincadeira com um sorriso divertido. — Por um momento acreditei que iria apanhar... — admitiu logo se aproveitando da boa vontade da garota em encher seu copo com o conteúdo da garrafa e comentando. — Imagino que muitos iria querer acompanha-la... Uma pena que eu tenha chegado primeiro. — Falou debochado permitindo que um sorriso fácil fugisse pelos seus lábios denunciando o tom de brincadeira em sua voz, deixando que a loira o guiasse até o centro da pista muito bem acompanhado, cessando os passos a alguns metros do lugar e aproximando-se de seu ouvido sussurrando. — Acho que terei que ter uma ajuda, nunca fui bom com danças. Será que teria algumas dicas para um desajeitado? — Sussurrou com os olhos atentos na pista.



Última edição por Dylan Schwartz Devonshire em Qui Jun 30, 2016 1:36 am, editado 1 vez(es)


dylan,
Cause you are the piece of me I wish I didn't need chasing relentlessly still fight



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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Anastasia Rose Waldorf em Qui Jun 30, 2016 12:31 am



I need to find you
 ▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄
Spending all my time, stuck in yesterday. Where you are is where I wanna be. Oh, next to you.


Hoje era meu dia de folga, tinha festa na cidade e eu precisava terminar meu segundo livro ou ficaria louca com tanta cobrança dos leitores. Não que eu, Anastasia Waldorf, precisasse escrever o livro e sim minha segunda "eu". Rose Potter era meu pseudônimo e quem conhece a "historia" da mesma jamais faria ligação comigo. Embora você pense que tenho algum segredo para manter minha segunda profissão em segredo, sinto que vou te desapontar. Para ser sincera, não sei exatamente porque fiz isso.

Passava um poucos das cinco da tarde quando finalmente decidi sair da cafeteria carregando alguns livros e um grande pretzel nas mãos, satisfeita com o resultado obtido ao longo do dia. Oito capítulos recheados da minha melhor inspiração em semanas! Meu sorriso podia ser notado a quilômetros de distancia. Estava pronta para um banho relaxante de banheira e uma boa pizza para encerrar o dia bem. Contudo, antes que eu pudesse sequer dar a primeira mordida naquela maravilha em minhas mãos, meu celular tocou e tive que me equilibrar para achar com segurança o objeto na bolsa.

- Pronto. - Atendi e a voz preocupada, e ao mesmo tempo firme, do Xerife, meu chefe, James Hathaway foi ouvida. - Claro, sei sim. - Ouvi com atenção seu pedido e balancei a cabeça afirmativamente. - Claro, xerife, não se preocupe. - Assenti mais uma vez com a cabeça ouvindo suas ultimas recomendações. - Tudo bem, estarei pronta. Até lá. - Desliguei o celular e agora minha expressão era preocupada. Tinha sido escalada para uma pequena operação resgate onde teria que me infiltrar no meio dos jovens da festa e salvar a filha do chefe.

Já tinha conversado com a loira uma ou duas vezes quando a mesma ia na delegacia, mas nada demais. E agora eu tinha a missão de tira-la de uma festa onde, provavelmente, estaria azarando e conhecendo pessoas novas. Ótimo. Meu chefe deve, claramente, me amar. Ok, estou exarando um pouco. Mas é porque preferia, mil vezes, estar com meu uniforme do que ter que me disfarçar de adolescente. Eu não tinha mais idade para isso e muito menos para uma festa. Mas são ossos do ofício e não sou de recusar trabalho, pelo contrário, faço muito mais do que me é designado e feliz da vida.

Entrei em casa com pressa e a primeira coisa que fiz foi correr para o banheiro e tomar um banho extremamente rápido. Depois disso, meu quarto ficou uma bagunça. Tirei todas as roupas do armário e embora meu guarda-roupa fosse alegre, eu insistia em pensar que nada era cabível para usar. Acabei optando por um short jeans curto com estampa de girassóis, que eu não usava desde a faculdade, e uma blusinha rosa. Me maquiei de forma rápida e sequei o cabelo de um modo rápido, amassando-o para que não ficasse tão liso, por fim, me olhei no espelho e assenti para mim mesmo. Estava terrivelmente adolescente.

▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄

As mãos estavam apoiadas por cima de minhas pernas e eu conseguia sentir minha bochecha quente desde que saímos de casa. Tinha esquecido de colocar uma jaqueta e agora a unica coisa que cobria minhas pernas nuas do meu chefe era uma bolsa pequena marrom e minhas mãos. Não adiantava muita coisa. Estava ainda mais nervosa depois de saber o motivo da operação. Um assassino estava ali e eu tinha fé de que conseguiríamos pega-lo esta noite. Pelo menos era esse o plano. Ouvi Hathaway dar as ordens pelo rádio e não pude deixar de notar seu nervosismo. O entendia muito bem. Afinal de contas, sua filha estava presente em uma festa com um assassino. Eu não ficaria muito diferente.

- Obrigada, senhor. - Corei ainda mais com o elogio. - Na verdade não. Nunca fui muito de festas. - Dei de ombros, falando de modo descontraído para tentar acalma-lo um pouco, mas eu sabia que isso não era possível. Pouco tempo depois estávamos na festa e peguei a pistola que me fora dada e coloquei dentro da bolsa. Senti o olhar firma do xerife em mim e eu já sabia o que vinha a seguir. Então, apenas assenti com a cabeça. - Darei minha vida pela segurança de Sage, prometo. - Dei um pequeno sorriso terno e sai do carro.

O barulho era bem alto, mas não o suficiente para que eu não ouvisse um comentário machista e grosseiro de um policial. Virei-me com rapidez, andando até ele com passos firmes e quando cheguei próximo ao ridículo, peguei o pequeno canivete que estava dentro do meu bolso e pressionei a ponta na coxa dele. Olhei para cima, vendo seus olhos ficarem arregalados e completei. - Se você assobiar ou fazer mais um comentário sobre mim mais uma vez, eu juro, por tudo que é sagrado, que corto isso que você tem no meio das pernas. Entendeu? - Firmei a voz, puxando a ponta do canivete para a virilha do homem e ao ver sua cabeça balançar positivamente com rapidez, sorri e fiz o mesmo. - Ótimo. - Guardei o objeto e voltei a andar em direção a muvuca de jovens.

Depois de muito procurar, avistei os cabelos loiros que procurava e corri até ela, não me importando com as pessoas que estavam ao seu lado. - Sage! - Soltei um gritinho ridiculamente animado, pulando na loira em seguida e dando-lhe um abraço forte. - Preciso te tirar daqui. Não faça escândalos e sorria como se eu fosse sua melhor amiga. - Cochichei em seu ouvido enquanto a abraçava, de modo que só ela ouvisse. Larguei da loira, ainda sorrindo e virei para as pessoas ao seu lado. - Olá, me chamo Rose, prazer. - Estendi a mão para uma delas apertar, mas logo me reprendi mentalmente. Jovens não se cumprimentam assim, Anastasia. Subi a mão estendida para o outro dela e a puxei, dando-lhe dois beijinhos do rosto. Fiz o mesmo com todos ali e voltei-me para Sage. - Posso conversar com você em particular? Tenho uma fofoca que vai te interessar. - Eu estava ridícula falando assim. Eu me sentia ridícula. Céus! Por que eu aceitei isso?


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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Margo Bärøhr Wrignhärdt em Qui Jun 30, 2016 1:14 am

Não era de se esperar que Margo faltasse àquela festa. Para ela, {in}felizmente, nenhum evento deveria deixar de ser celebrado — mesmo que soubesse sobre os assassinos de Burkistville. Atrás de si, um espelho majestoso erguia-se, brilhante e reluzente, refletindo sua magnifica imagem; estava pronta, enfim. Bärøhr observava minuciosamente a si própria, talvez procurando algum defeito, algo de errado. Os olhos azuis, entreabertos, tentavam focar, sem muito sucesso, em uma possível falha que existisse no seu corpo.
 
Não havia.
 
Mas era paranoica, perfeccionista. O vestido negro, que cobria seu toráx até a metade da coxa, exibia pequenos detalhes de renda, que deixavam seu colo exposto ao ar gélido daquela noite; colava-se, no entanto, de maneira ideal ao seu físico, onde, consequentemente, destacava as curvas harmoniosas que possuía. Nos pés, saltos médios e escuros disfarçavam sua falta de altura, deixando-a graciosamente mais elegante. Finalizou todo o visual com uma maquiagem leve, mas que, ainda assim ressaltava suas órbitas azuladas. Colocou, por cima dos ombros, sua jaqueta de couro, e, dando um breve “adeus” ao seus pais, deixou para trás seu lar em busca da celebração.
 
E, alegremente, não demorou para encontrar seu destino. O lago. Fitou, por alguns segundos, o modo com que o âmbito lotava somente aquela época do ano. A cidade toda deveria estar ali! Sorriu, um tanto quanto irônica, imaginando que os famosos assassinos não poderiam estar mais felizes. Aquilo era como um banquete para eles; poderiam escolher quem quisessem, pois, saberiam: a pessoa estaria naquele ambiente.
 
Vagueava. Simplesmente vagueava. Seria difícil encontrar, em meio à multidão, suas amigas. Achava mais fácil parar em algum canto afastado e, com os olhos, localizá-las. Contudo, mesmo sendo uma garota não tão forte, não era burra. Seria um erro ficar sozinha, ali. Foi, pensando naquilo que avistou, não tão longe de si, um garoto e duas garota conversando. Seria, aproveitando-se da situação, que se manteria segura. Rápida e calma, aproximou-se. Observou-os, cada um. As meninas não possuíam rostos desconhecidos — julgava que, certamente, havia visto-as pelos corredores do colégio. Já o garoto, por sorte, conhecia; Alexander Elliott, era um dos rapazes que integravam o mesmo grupo que ela.
 
Olá! — cumprimentou-os. Sorriu gentilmente, a fim de mostrar que estava ali somente no intuito de dialogar — e de não ser morta, certamente. A loira, vestida com roupas não muito extravagantes, demonstrava uma aparência mais doce. Piscou para ela. A morena, uma definição perfeita dos rebeldes. Não precisava ser íntima de tal para saber daquilo, precisava apenas de uma boa, porém curta olhadela para descobrir o tipo de garota que era. E, finalmente, Alexander, o loiro que não precisava, obviamente, de nada chamativo para que ficasse, de fato, chamativo. Procurou um meio para puxar assunto e, no momento, a única ideia que teve foi: — Algum de vocês tem isqueiro?

I CAN NOT LOSE PALVIN
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Sage L. Hathaway em Qui Jun 30, 2016 1:34 am

It drowned in the tide
Graças ao bom Deus Calliope me salvou dos meninos imbecis que me puxavam de um lado para o outro como uma boneca de pano. Nos afastamos do grupo junto com Mae e então fomos até mais para o meio da festa, fechando uma rodinha e começando a dançar. Eu não possuía os melhores passos ou a bunda de Calliope, mas tentava dar o meu jeito para rebolar um pouco, pelo menos na medida do possível. A música era alta, mais pessoas dançavam conosco e mesmo para uma festa ao ar livre, estava tudo bem animado. A fogueira não estava muito longe, então eu podia sentir o seu calor. Acabei deixando para trás Neal e Brandon sem sequer me dar conta.

Peguei um copo de refrigerante de cola e dei um gole, olhando para Calliope quando ela me perguntou se não bebia. Abri um sorriso sem jeito e fiz que não com a cabeça, continuando com a minha dança. Esse era um dos vícios que não pretendia aderir.

-Eu não gosto do gosto e vamos lembrar que tenho apenas dezesseis anos. -Soltei uma risadinha, dando de ombros, como se não fosse nada demais. -Fora todos os efeitos negativos que tem no nosso corpo, certo? Barriga, fígado etc.

Abanei o ar em pedido para que deixássemos o assunto para lá e voltei a dançar animadamente com as meninas que conversavam comigo. Tudo estava colaborando para ser uma ótima noite. Dançamos algumas músicas consecutivas até que uma outra menina - muito parecida com Calliope - se juntou à nós, não parecendo muito bem. Ela estava completamente bêbada e parecia sequer capaz de parar em pé. Não precisou de muita inteligência par eu logo perceber que se tratava da sua irmã. Olhei para a morena em tom preocupado e deixei meu copo de lado, tocando o ombro da menina, olhando para Calls em preocupação.

-Ela está bem?

[...]

Certo tempo se passou e eu estava me divertindo muito. A música estava alta, Calliope estava cuidando da sua irmã bêbada e Mae dançava conosco. Eu estava com calor por causa do exercício, por isso peguei um novo copo de refrigerante e sorri para um garoto ao meu lado que me olhava de rabo de olho. Se aquilo era faculdade, eu estava mais do que pronta para isso. Eu nunca havia ido á festas ou comemorações daquele tipo e só agora havia percebido o tanto que estava perdendo. Eu amava dançar e amava passar tempo com minhas amigas. Acabou que Calliope e Mae eram realmente ótimas companhias.

Bebi um gole do refrigerante distraidamente quando senti meu celular vibrar no bolso do shorts. Peguei o aparelho esperando outra ligação do meu pai, mas o que encontrei foi uma mensagem em um número anônimo. Abri a mensagem observando seu conteúdo, sentindo meu coração bater mais rápido a cada palavra que minha mente assimilava. Pânico. Era aquilo que eu sentia. Um blog, algo chamado Morgue Kills, havia atualizado suas postagens e uma delas era eu. A única legenda sob o vídeo dizia "Sage Hathaway, estamos de observando". Olhei para os lados sentindo um calafrio terrível em minha espinha, mas tentei me convencer de que talvez fosse um trote dos veteranos. Meus olhos caíram em Calliope quando ela falou e percebi que já estava branca, pálida pelo choque. Alguém viu o Brandon?

Olhei para os lados em busca do menino loiro, mas ele havia sumido. Neal havia se juntado conosco e dançava com a gente, mas Brandon nunca havia retornado depois que o deixei. Meu coração batia forte e eu segurava a bebida com mãos trêmulas. Meu celular vibrou mais uma vez e eu queria chorar. Tentava fingir que estava tudo bem, mas não estava. Uma nova mensagem anônima e uma mensagem: Eu não podia deixar a festa ou me arrependeria.

Quase soltei um grito quando senti uma mão tocar o meu ombro e logo fui abraçada. Quando reconheci Anastasia, senti meu pânico diminuir. Eu não acreditava que meu pai havia mandado uma policial atrás de mim, mas de certa forma eu me sentia aliviada em vê-la. Ela sussurrou algumas palavras em meu ouvido e obedeci. Não podia causar uma cena. Anastasia abraçou meus amigos e então começou a soltar algumas palavras que deixava claro que ela tentava bancar uma idade que não tinha. Revirei os olhos quando ela falou em fofocas e então olhei para meus amigos, abrindo um sorriso sem graça. Que morte horrível ter alguém me tirando de uma festa de faculdade. Pelo menos meus amigos não pareceram notar nada muito fora do normal.

-Perdoem minha prima querendo agir como adolescente, ela está passando por momentos difíceis no noivado e insistiu em nos encontrar aqui. Eu já volto.

Prometi, olhando para cada um deles e então me retirando com a loira. Andei alguns passos com ela, mas não saí como ela esperava. Parei na mesa de bebidas e peguei um copo de refrigerante, erguendo uma sobrancelha para a policial. Tudo o que havia em minha mente era a repetição da terrível mensagem e da postagem.

-Eu não acredito que meu pai te mandou para me buscar. -Revirei os olhos, dando um gole no líquido. Olhei para os lados, prendendo a respiração. Minhas mãos ainda tremiam. -Anna, eu sei que está cumprindo ordens, mas eu não posso ir embora. Eu... -Respirei fundo, tirando o celular do bolso e então entregando para ela. Mostrei a postagem e as mensagens. -Eu recebi esses. Eu sei que é uma brincadeira, mas eu recebi claras ordens para ficar. E eu não quero sair. Eu tenho medo do que pode acontecer eu... Eu estou sinceramente apavorada.

Sussurrei a última parte, mordendo o lábio. Olhei para meu copo, sentindo um peso no meu peito.

-Se meu pai ficar mais tranquilo em você me acompanhar, tudo bem, mas eu não vou a lugar algum. Pode me apontar a arma, eu sei que não vai atirar. -Fitei meus pés, sentindo um terrível calafrio percorrer meu corpo. Sussurrei a frase que veio a seguir. -Eu acho que se eu desobedecer... Minha vida pode estar em perigo.
Wake me slowly Or watch me fall;


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OH YEAH? GAME ON, BITCH


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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Andrew Sloan em Qui Jun 30, 2016 1:37 am

Andrew Sloan
Sangue frio que corre em minhas veias congelou meu coração.

Não sabia ao certo se estava animado para aquela festa. Algumas pessoas chatinhas e outras já nem tanto, era isso que se resumia aquele lugar. Sem contar os perigos que sempre tomavam conta dali. Durante todo o dia fiquei meio receoso sobre ir ou não, não saberia se seria o suficiente, mas por outro lado eu poderia encontrar Harper.
Harper, uma menina encantadora no qual meus olhos vibravam ao vê-la em qualquer lugar. Porém minha moral com ela não era uma das melhores, mas não deixava de lado assim, ainda tinha esperança que algum dia ela iria me olhar com os olhos diferentes.
O lugar parecia meio agitado, meio parado. Acho que eu estava em uma constante troca de humor, pois nada me agradava. Meus olhos procuravam apenas aquela garota, mas sem sucesso. Pergunta algumas pessoas achando que por ela ser bem conhecida eles saberiam me informar.
Algumas pessoas apenas apontavam com o dedo o caminho do píer, algumas apenas resmungavam e outras nem ligavam, queriam mesmo era aproveitar a festa. Caminhei até o píer de forma um pouco apressada para encontrá-la antes que saísse de lá. A alguns metros já conseguia avistar os cabelos loiros dela, estava de costas para mim, mas jamais iria me enganar sobre ela.
-Harper! – Minha voz era falha, era como se meu corpo todo sentisse o desejo de poder abraçar aquela garota, meus olhos apenas ficavam estáticos em direção a ela. Era uma garota sensacional.



Última edição por Andrew Sloan em Qui Jun 30, 2016 1:57 am, editado 1 vez(es)
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Valerie B. Feuerschütte em Qui Jun 30, 2016 1:52 am

lake
Orion havia me dito que iria em alguma festa que teria na cabana perto do lago. Não achei que era uma boa ideia, vivi aqui por mundo tempo para entender que aquele lago tinha nada de bom mas Orian era teimoso e conseguiu me convencer, não sei como mas ele conseguiu, talvez é mesmo uma grande ator que eu sei que é. 


Na noite dessa tal comemoração da morte de um assassino eu sentei perto da janela e continuei meu livro, 'Sobre a Escrita' do Stephen King. Não tive muito tempo para ler esses dias. Trabalho tem sido duro, até queria passar um tempo com Orion mas ele queria a festa então me restou Stephen King e uma lasanha congelada mas não ligo muito, ele é jovem e era igualzinha, queria ir em toda festa, queria ficar fora de casa o tempo todo apenas não queria que Orion sentisse a necessidade de ficar fora, que não gostasse de minha companhia, afinal eu não gostava a da minha mãe. Quero que ele sinta que não importe a merda que ele faça eu estarei aqui com ele. 


Enquanto lia luzes vermelha e azuis vieram da janela e barulhos de sirene viam no meu ouvido. Olhei, vários carros da polícia e a única coisa que podia pensar era meu filho, coloquei a primeira calça que eu vi e deixei a camisa meio larga com uma alien bordado no canto, peguei as botas que ficava na porta de entrada e as chaves do carro. Na tentativa de abrir o carro deixei a chave cair por conta da ansiedade que tomava conta do meu corpo mas no final consegui entrar no carro e seguir as luzes vermelha e azuis até me guiarem até a cabana, até o lago, onde meu filho estava.




Havia uma barreira de policias e desesperada tentei passar gritando que meu filho estava lá dentro. Meus olhos estavam cheio de lágrimas e mal sentia ar em meus pulmões. Sentei em um banco e respirei fundo três vezes e me acalmei. Olhei para o lado e vi um homem um pouco familiar, ele tinha tatuagem pelo corpo e usava roupas preta. 


Desculpe te atrapalhar mas... — iniciei a conversa. —Você sabe o que aconteceu?





Última edição por Valerie B. Feuerschütte em Qua Jul 06, 2016 7:26 pm, editado 1 vez(es)

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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Brandon Leon Archibald em Qui Jun 30, 2016 3:22 am


I need to break out



And make a new name. Let's open our eyes, to the brand new day. It's a brand new day. I'vve taking hits like a brother, but I'm getting back up again and from the moment I saw her I was hell bent with heaven sent.

TUDO FICOU ESTRANHO MUITO RÁPIDO. Em um momento Brandon estava com Sage e Calliope, no outro ele havia sido deixado sozinho com o poodle de cabelos castanhos. Revirou os olhos. Tanto faz. Ele preferia mil vezes estar sozinho do que ter aquele pau de virar tripa como companhia, por isso apenas abriu um sorriso irônico e lhe deu as costas, pegando mais um copo de cerveja e saindo em busca dos seus amigos. Sage não queria estar com ele - por uma razão desconhecida - e era chata o suficiente para não beber, logo Brandon jamais conseguiria o que queria no final das contas. Então nem tinha pra que se esforçar tanto assim.

Ele procurou pelo time de basquete, mas no final das contas acabou ficando sozinho. Ele não precisava de ninguém para se divertir, muito menos da companhia de uma psicopata apaixonada, uma caloura e um poodle irritante que se achava malvadão. Ele podia muito bem pegar sua cerveja, beber um pouco e curtir com as outras dezenas de garotas gostosas que haviam comparecido naquela noite. Brandon era bom o suficiente para não precisar de qualquer pessoa sobressalente.

Então ele simplesmente ficou dançando. Sorriu para umas quatro ou cinco garotas e bebeu mais uns quatro ou cinco copos de bebida, começando a sentir seu corpo ficar mole. Ele estava um pouco tonto, mas não ligava. Estava acostumado a beber e não era alguns copos de cerveja que o tiraria do sério. Um sorriso largo se abriu em seu rosto quando uma bela garota de cabelos loiros fez um gesto para ele se aproximar e assim ele o fez. Quando chegou perto dela, ela começou a andar e sem pensar duas vezes, Brandon a seguiu. Quando ele finalmente percebeu, havia a perdido de vista.

Soltando um suspiro cansado e se sentindo estranhamente tonto, ele decidiu caminhar até o lago. Ele desceu o gramado até a beira e fitou a água calma, segurando o copo vermelho em sua mão direita. O clima estava gostoso, então ele se contentou em beber um pouco mais e ficar ali, parado, fitando as luzes. Algumas luzes da polícia começaram a brilhar e isso fez com que Brandon escondesse seu baseado dentro da cueca para não ser pego. Ele não queria se meter em encrenca. Enfiou a mão livre dentro do bolso e sorriu. Ele voltaria a procurar por Sage em alguns minutos.



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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Pandora K. Henkölovsky em Qui Jun 30, 2016 3:44 am

— all we do is drive



Eu nunca tive um amigo, alguém poderia contar meu segredos, meu passado, deve ser legal, eu acho alguém com quem possa confiar, nunca tive isso, era algo novo para mim falar mais duas palavras para alguém que não seja me deixe sozinha, cale a boca ou sai daqui. Isso é realmente interessante, estava intrigada com o esse rapaz pode fazer me deixa curiosa...


— Yep, igual... sou tão vadia quanto ela também.  mencionei com um sorriso um tanto quanto assustador —E Huey igual ao Huey Newton — minhas aulas de histórias já fazem tempo mas lembro um pouco quem Huey Newton era. 


— O que está achando da festa, acho que ser homenagem a um assassino genial.  disse para Huey. —Ainda não acredito que ele morreu, tão inteligente, esperto... não acho que tenha morrido de verdade. e comecei minha teoria louca e obsessiva por eles, os cinco assassinos. —Ainda não acredito que ele morreu, tão inteligente, esperto... não acho que tenha morrido de verdade. — 

O olhar que ele fez quando perguntei se ele queria a bebida me lembrou da primeira vez que eu bebi qualquer coisa do gênero, as pessoas estavam me forçando a beber e entrei no hábito da bebida, drogas e cigarro. Eu detesto isso, detesto o que fizeram comigo e não desejaria isso para ninguém então por impulso antes que a lata encostasse nos lábios do morenos taquei a cerveja no chão.

— Me desculpe... — estava ventilando, parecia que não respirava direito e eu ouvia a sirene da policia e as luzes vermelhas e azuis piscando. Eu não conseguia pensar comecei a chorar, berrar. Nada passava na minha cabeça, apenas memórias ruins quando fui levada para o hospício, as sirenes da polícia eram iguais a daquela noite, senti agulhas no meu coração, sinto ele ser esmagado, apertado. Eu me acolhi mais, nem lembrava a onde estava para mim foi como viajar no tempo para uma das noites mais terríveis de minha vida, eu chorava e gritava pela minha mãe que nem quando tinha 15 anos e fui levada. — ...Me desculpe...  


Última edição por Pandora K. Henkölovsky em Seg Jul 04, 2016 12:21 pm, editado 1 vez(es)
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Dimitri V. Forchhammer em Qui Jun 30, 2016 4:15 am

Excuse-me!
You can keep secrets ?
Balançava meu corpo em completa harmonia com Orion. Estar ali com o Orion era uma das coisas que eu estava curtindo e estava deixando bem óbvio isso. Sorria enquanto curtia ainda Rihanna em minha mente. Meus braços entreaçavam seu pescoço e ele por fim colocou suas mãos em minha cintura. - Sim, você está maravilhosamente lindo. - Sorri enquanto olhava em seus olhos e continuava a dançar. Levei meus lábios até seu pescoço e meio que involuntariamente beijei o seu pescoço. Orion estava de olhos fechados.

O que me deixou bastante assustado foi o beijo que Orion me deu. Seus lábios quentes, o doce toque de sua língua indo ao encontro com a minha. Já não me importava com que estava ao meu redor. Pouco me importava se  depois alguém me perguntasse o que eu tinha feito. Estava com Orion e ainda queria continuar estando com ele. Aquilo era real. Abri os olhos aoo término do beijo e sorri olhando ainda em seus olhos. - Olha. Vou te confessar que estou pasmo em você ter me beijado. - Levei meus dedos até os lábios do mesmo e por fim respondi o beijo dele com outro beijo. Minhas mãos desceram e foram em sua cintura e o puxei para mais perto do meu corpo. A nossa sintonia era uma coisa que era bem dificil de se explicar.

O beijo havia cessado e ambos apenas estávamos dançando agarrados e curtindo a batida da música. Fui até um dos barris e por fim trouxe duas bebidas, oferecendo uma para ele. - Vamos brindar! - Sorri olhando pro mesmo e logo depois dei um selinho no mesmo. Fiquei analisando o resto do pessoal ali na festa e encontrei Sage, ela estava com uma das oficiais de seu pai. Suspirei e por fim revirei os olhos, era um pena que James não havia total confiança em Sage. Olhei para Orion e então prossegui. - Venha, vamos estragar a festa. Se sage ir embora, não terá festa sem ela pra comemorar com a gente. - Peguei na mão de Orion e o levei até a mesa de bebidas novamente, onde estavam Sage e Ana. Olhei para Sage e arregalei os olhos e logo para Ana. olhava pro chão e por fim para outro lugar arrumando uma ideia de coo iria conseguir fazer Ana ir embora. - Oi Ana. O que está fazendo aqui na festa? Não tô entendendo o fato de você estar aqui justamente com a filha do seu chefe. - Dei um sorrisinho para Ana e voltei a prosseguir. - Qualé, você tá achando que pode estragar com a vida da Sage. Você nunca foi adolescente, você nnca foi em festas? Você nunca teve uma vidinha social, ou está fazendo isso só porque James parece ser aquele tipo de cara que não gosta de ver sua filha andando com Gays? Porque se for, tenho ótimos advogados e posso processar você e ele e garanto que lucrarei muito. -  Cruzei os braços e por fim olhei para Sage. Meus olhos se encheram de lágrima e a abracei e falei em seu ouvido. - Beijei o Orion e confesso que foi a melhor coisa dessa festa

Olhei para Orion e por fim sorri sibilando - Me ajuda! - Olhei para todos ali, inclusive para Sage e novamente sibilei. - Quando eu contar até três, você corre e leve o Orion. - Olhei para Anae por fim continuei. - Olha Moça, você me desculpa, mas a Sage não sair daqui. Seu eu brigar com o Orion, quem vai me acudir? Você pode voltar pra delegacia e avisar a james que ela esta na minha casa em um grupo de estudo. Ele confia muito em você e creio que todos nós temos dito algumas mentira na vida! - Meus olhos se encheram de lágrima, virei para Sage e novamente prossegui a falar com Ana. - Erámos pra estar estudando mesmo, a culpa foi minha, você não sabe como é ter um pai que é maluco, você não sabe como é andar por ai e ver seu pai deitado nos bancos da praça estremamente bêbado. Você não deve saber o quanto é ruim apanhar do seu pai bêbado. O quanto pe humilhante ver seu pai ameaçando te matar. Essa menina aqui. - Aponta para Sage -  Ela foi a única que esteve ao meu lado junto com Orion e a única que sei que sempre vai estar, me sinto bem com ela, e não sei o que faria se perdesse ela ou Orion. Eu chamei eles para virem beber comigo, eu quero muito. Não sei de fato o que faz aqui, mas quero que entenda que ela esta aqui por mim, esta fazendo um papel de amizade. Hoje meu pai me ameaçou e precisei vim pra cá. Eu só te peço que não atrapalhe nosso momento, Eu preciso muito deles agora. E preciso muito de alguém que entenda isso a não ser eles.... - Passa a mão no nariz que por fim seca as lágrimas. - Olha... Você pode ficar até aqui se quiser, se esta aqui sendo a guarda-costas dela, pelo menos a deixe dançar comigo pelo menos essa noite. - Olhei para Orion e por fim dei um selinho no mesmo olhando em seus olhos e o abraçando, fui em direção a Sage e a abracei. Peguei mais um copo e enchi de cevada e entreguei para Sage. - Tome apenas esse comigo. - Olhei para Ana e por fim perguntei - É tão dificil você entender isso?. O copo que estava em minha mão rapidamente voou no rosto da mulher de cabelos loiros e então agarrei as mãos de Sage e Orion, os puxando comigo.-CORRAM POR SUAS VIDAS! -Gritei, disparando morro abaixo junto com meus dois melhores amigos e deixando a policial para trás. A festa não seria a mesma sem Sage e eu não deixaria que ela fosse levada. Ainda tínhamos muita coisa para fazer e era melhor que continuássemos escondidos pela multidão.
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Huey Oakheart em Qui Jun 30, 2016 8:06 am

Sunset Party
Sick of all these people talking, sick of all this noise. Tired of all these cameras flashing, sick of being poised


"If you wanna break these walls down, you're gonna get bruised"

— Nunca pensei nessa referência — levantei as sobrancelhas quando Pandora relacionou meu nome ao do revolucionário norte-americano.

Assim que o assunto mudou para o tema da festa, congelei por completo. Era algo delicado para mim. Meus pais haviam sido brutalmente executados em Boston, antes da minha viagem para Burkittsville com meu tio.

Não era algo muito difícil de superar. Na época do assassinato eu havia completado 5 anos. Não recordava de muitos detalhes. Infelizmente, apenas os mais sangrentos.

Um dos motivos para eu me concentrar no clube de luta e descontar todas as memórias tenebrosas nos sacos de areia e nos oponentes que me desafiavam. Percebi tardiamente que estava perdido em pensamentos e distraidamente levava a lata de cerveja aos meu lábios. O gesto de Pandora me assustou.

— Mas o q... — a garota estava hiperventilando. — Pandora, calma.

Segurei a garota antes que ela caísse e a observei se encolher. "Ataque de pânico, pelo estado de suas pupilas. Droga, essa hiperventilação no meio da festa vai ser um problema difícil de contornar. Ainda mais com essa ameaça de assassino. Pandora está certa. Esse maníaco não pode ter desaparecido."

— Pandora, concentre-se em minha voz — Virei seu rosto para a direção do meu. Estávamos perigosamente próximos, mas eu não me importava com aquilo. Não naquele momento. — Vou tapar sua boca e você vai respirar pelo nariz. Pelo nariz, entendeu? Pare de puxar o ar com tanta força e use seu diafragma.

Ela estava completamente transtornada. As lágrimas molhava minhas mãos enquanto eu cobria sua boca e acariciava seu cabelo. Passei o braço livre em suas costas e a abracei desajeitadamente, mas o suficiente para que nossos corpos se tocassem.

— Calma, estou aqui — aquele foi o primeiro momento que minha redoma de vidro se partiu e eu decidi parar com a timidez. Era uma questão de sobrevivência e eu não deixaria alguém que acabei de conhecer sucumbir tão facilmente. — Continue respirando pelo nariz. Foco, Pandora. Eu estou aqui.

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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Pandora K. Henkölovsky em Qui Jun 30, 2016 11:49 am

— all we do is drive






Huey tampa minha boca, e me mandava se concentrar nele. Era difícil, tudo estava na minha cabeça mas mesmo ao mesmo tempo nada, e tudo que podia pensar era o dia que me botaram em roupa branca e me chamaram de lunática. Eu olhei nos olhos castanho escuro do rapaz e comecei a respirar apenas pelo nariz, estava começando a me acalmar. Senti meus cabelos bagunçados, meus olhos pesados, como havia levantado da cama de um pesadelo, um horrível pesadelo chamado "Minha Vida".


Eu estava respirando direito já, encarava os olhos castanho dele e tirei sua mão de minha boca e cheguei mais perto, nossas testas quase se colocam e nossos narizes se tocavam, conseguia sentir a respiração.  — Obrigado...  não sei se era porque estava mentalmente instável mas queria muito beijar Huey, agora, no meio de tudo. Os lábios do moreno apenas parecia tão irresistível agora, eu chegava mais perto e perto até encosta meus lábios no dele de leve. — Você vai ser um ótimo médico...   comentei como uma brincadeira e sorri para ele. Minha vontade era correr daqui mas com a policia a solta não faz muito sentindo então fiquei.
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Huey Oakheart em Qui Jun 30, 2016 12:16 pm

Sunset Party
Sick of all these people talking, sick of all this noise. Tired of all these cameras flashing, sick of being poised


"They wanna make me their queen"

Nossos rostos estavam próximos o suficiente para que, em qualquer tipo de movimentação, nossos lábios se tocassem. Pela primeira vez, não estava assustado. Um pouco receoso, talvez, por ser a primeira vez ficando tão próximo de uma garota.

No entanto, aquilo não era um empecilho no momento. Eu sabia o que fazer. Olhei pais uma vez para as mechas azuladas de seu cabelo. A maquiagem impecável. Os olhos penetrantes e sinceros. Tudo ali era perfeito.

Então, o primeiro toque. Uma corrente de eletricidade passou por minha espinha, me deixando mais entregue à situação. Não pude deixar de sorrir ao ouvir o elogia da moça.

— Shh... — encostei o indicador de uma das mãos nos lábios de Pandora. —  Fico feliz que esteja melhor. Você é... importante para mim.

Dei o primeiro passo e a beijei longamente. Passando as mãos do queixo dela para sua nuca e deslizando a mão direita para sua cintura, senti cada parte de nossos corpos se unir. Era algo mágico, ao menos para mim.

As sirenes começavam a me irritar. Não por estarem se acumulando, pois era algo positivo tratando-se do risco que os estudantes corriam caso algum assassino estivesse rondando o local. Eu me irritava com o efeito que tal barulho causava em Pandora. Reações de retração e mudanças repentinas de postura. Medo.

— As sirenes te incomodam? — perguntei um pouco depois de nos separarmos. — Devem estar procurando algum suspeito. Sua teoria dos assassinos está completamente certa, ao menos eu acho. Se esse for o caso. Não podemos demonstrar qualquer sinal de receio ou desespero. É isso que um assassino procura. Foi isso que um maníaco fez com meus pais antes de eu viajar até aqui com meu tio. Mortos de uma maneira tão brutal...

Cerrei os punhos e desviei o olhar de Pandora. Aquilo me enchia de raiva. Qual era o propósito de tanto derramamento de sangue? Prazer? Deveriam procurar programas menos violentos para descontar suas emoções ou mesmo a falta delas.

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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Cam Behøwl-Gottshalk em Qui Jun 30, 2016 12:29 pm




look




A voz suave de Harper enchia-lhe o os ouvidos, lamentações, claramente.

— Não há nada de errado contigo. Envolvimento com as pessoas erradas é a coisa mais comum existente. - Tentou ensaiar um sorriso, mesmo com o nervosismo causado pela ameaça no sms que recebera. — Te conto um segredo: acabei de terminar um namoro, eu sei o quanto é difícil. - E segurou a mão dela, compadecendo-se.

Novamente, uma notificação de mensagem. Outra vez um numero desconhecido, a mensagem criticava a celebração daquela noite. Onde tudo terminou. Tem algum tempo que ele fizera uma matéria sobre os assassinatos de 2001, para isso, ele estudou os mesmos meticulosamente. Onde tudo terminou foi ali mesmo, no píer.

— Harper, acredito que tenhamos de sair daqui agora. - Deu muita ênfase na ultima palavra, pois ele sabia que qualquer ameaça vinda de um numero anonimo era séria.

Atrás de si, ouviu a voz de um homem chamar por Harper, assustado, virou-se, mas viu apenas Andrew ao longe, era um dos seus companheiros no time de basquete. O ruivo revirou os olhos, sentia o ar apaixonado que o outro rapaz exalava.

— Andrew, fora. Temos que sair do pier. - Falou em alto e bom tom, puxando Harper para cima com gentileza. — Vamos para a aglomeração, e verifiquem seus celulares, me parece que não fui o unico que recebeu a mensagem. - Conduzindo ambos para longe do píer, tentou não parecer nervoso. Ameaças acabavam com ele.





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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Dorothy S. Wiggins em Qui Jun 30, 2016 12:45 pm

really ?
You can keep secrets ?
A Festa estava realmente muito boa, ver todos os alunos ali estava me alegrando, melhor do que ficar no plantão do hospital. Observava cada aluno desconhecido e cada rosto que ali passava. Uns bem conhecidos, outros nem tanto, Burks era conhecida pela faculdade obter o maior numero de estudantes internacionais do mundo, uma raridade. Levei mais um gole de minha preciosa tequila a boca e analisei o professor gatinho que estava ao meu lado. Se passaram algumas horas e comecei a sentir algo estranho.  Anastasia Rose Waldorf estava na festa também e pude notar algumas luzes vermelhas e azuis ao redor das proximidades do lago. Tomei mais um imenso gole de tequila na boca e por fim peguei meu celular para ver se havia alguma mensagem do Xerife ou de alguém do conselho. Não tinha. Caminhei lentalmente até Anastasia mas logo percebi que algo de estranho estava acontecendo com uma menina.

Tirei os saltos do pé e por fim caminhei um pouco mais rápido para a menina. Ela estava tendo sinais óbvios de ter uma Hiperventilação. no que consiste em uma condição em que de repente a pessoa começa a respirar muito rapidamente. A respiração saudável consiste em um equilíbrio entre respirar oxigênio e expirar dióxido de carbono. Na hiperventilação este equilíbrio é perturbado porque a pessoa exala mais do que inala, levando a uma rápida redução no dióxido de carbono no corpo. Me aproximei mais da menina e por fim comecei a acalma-lá. Observei o menino que estava com ela e por fim começei.  — Você que estava com ela, qual é o nome dela?... Menina, você precisa respirar com os lábios, se não conseguir, prossiga o mesmo procedimento porém com as narinas. — Levei minhas mãos até suas narinas e fiz uma especie de concha sobre o nariz da mesma, olhei para o menino que estava com ela e por fim continuei. — Vá na minha bolsa e pegue meu celular e ligue pro hospital, já esta salvo como chamada de emergência. Depois disso eu quero que você me responda se ela estava estressada, ansiosa ou se teve uma crise de pânico? — Verifiquei a pressão da mesma e por fim afastei alguns alunos daqui que estavam se aglomerando. Estava fazendo os devidos procedimentos médicos com a jovem garota. Havia descoberto seu nome. Pandora. Um belo nome.

Fui até Anastasia e por fim pedi para ela afastar um pouco os jovens do local enquanto iria pegar uma água para dar para a menina. Alguns jovens nem estavam se importando com a situação que estava acontecendo e só queriam mesmo curtir.  — Anastasia, essa menina vai comigo pro hospital, la ela vai falar com a nossa psícologa e nosso pneumologista. Cuide dos meninos aqui, ok?  —. Olhei pro menino e pedi a ajuda do mesmo para levar Pandora até o hospital e um dos professores na qual estava comigo me ajudou. Sai do local com Pandora e o menino do nome estranho. — Você fez um bom trabalho! Está de parabéns menino do nome estranho! —. Dorothy saia dali com os devidos alunos para tratamento médico.

OBS: Huey Oakhartly e Pandora K. Gaskarth saíram da postagem comigo e ambos foram avisados, PANDORA irá receber tratamento médico e o menino do nome estranho vai acompanha-la e possivelmente fazer um estágio no hospital pelo seu precioso salvamento. Grata!


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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Neal G. Lerner em Qui Jun 30, 2016 1:15 pm

Vamos para a festa

Do nada festa estava com um ar estranho, cheio de gente usando diferentes cores em um lugar onde o verde da grama e o azul do lago predominava. Neal chegara até a borda do lago puxando Sage contigo. O clima ali estava agradável, a brisa do lago soprava em suas bochechas coradas, o luar banhava seus cabelos e a música alta invadia seus ouvidos.
O garoto ficou boquiaberto com a reação de Sage ao ser liberta do loiro oxigenado.
- Não seja tão burra! – respondeu ele após um momento – olhe para ele! É um playboyzinho loiro oxigenado qualquer que só quer te levar para a cama! – disse Neal, as manchas rosadas em seu rosto tornando-se mais intensa após o abraço da garota.
Neal tropeçou ao tentar se livrar os braços de Sage – anda, vamos dançar agora! – Neal agarrou as mãos da garota. Colocou uma delas em torno de seu ombro e segurava a outra na dele.
Não foi tão mal como poderia ter sido, pensou Neal, girando lentamente no mesmo lugar, conduzindo a dança. Mantinha os olhos fixos sobre as cabeças das pessoas que estavam em sua volta. As pessoas começaram a se aproximar e dançar próximo a eles.
Umas duas músicas depois, algo vibrou no bolso de Sage e ela retirou o seu celular verificando quem havia ligado, era o pai da garota. – Acho melhor você ligar para ele. – Ela deu de ombros e guardou novamente o dispositivo em sua bolsa.
Quando o garoto segurou em sua mão para iniciar a dança novamente, ambos foram interrompidos. Neal suspirou.
Os acontecimentos seguidos foram tão confusos que nem o próprio Neal conseguiu entender: Primeiro chegou Dimitri, uma rapaz levemente estranho, amigo de Sage, que gritou algo para ela e ela respondeu com um “uhul”. Em seguida Maeve chegou roubando a cena e perguntando porque estávamos tão longe da diversão. O loiro oxigenado, irritante como sempre respondeu no lugar da garota.
Logo depois, Sage puxou Calliope pela mão falando que amava a música. Calliope fisgou Maeve e as três foram para mais perto da multidão se fechando em uma panelinha.
Nesse meio termo, Neal ficou completamente isolado e sozinho. Revirou os olhos olhando as garotas e decidiu ir até a mesa de bebidas mais próxima para pegar um copo com cerveja. Tomou um gole do líquido amarelado e forte. A cotoveladas e empurrões Neal se espremeu entre a multidão tentando voltar para perto das garotas.
Mais alguns metros de empurrões e cotoveladas Neal finalmente chegou até o grupo de garotas. – Vai Neal, vai Neal, vai Neal... – começou a gritar e dançar entrando no meio da roda de garotas.
Após uns minutos de danças e sorrisos Neal percebeu a reação de Sage ao olhar o celular. Ele conhecia aquela cara de quem estava levemente apavorada, porém tentava disfarçar. Neal começou a andar para perto da garota para perguntar o que havia acontecido quando Anastácia, uma policial que trabalhava com o pai de Sage, chegou abraçando a garota como se fosse melhores amigas.
A garota falou algo como desculpas para os jovens e saiu de perto acompanhada com a policial. Neal encarou-as até não poder vê-las entre a multidão. Tirou o seu celular do bolso e olhou as horas. 23:00.
Notou que recebera uma notificação e então abriu-a. Seu semblante foi tomado por pânico e surpresa. Desligou a tela do celular, guardando-o no bolso e ignorando as duas garotas se espremeu entre a multidão atrás de Sage e Anastácia. O que significava aquela foto de Sage no Necrotério? Quem estava observando ela?




Yo te miro, se me corta la respiración

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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Frances Kohls Völkers em Qui Jun 30, 2016 1:23 pm


lake party
❝ Everything's in order in a black hole ❞

Seus lábios se repuxaram em um pequeno sorriso enquanto fitava o rapaz. Podia agora assimilar seu rosto ao nome Dylan, como ele havia se apresentado, o que combinava com ele perfeitamente. — Seu nome é bonito — e se o caráter também for, será quase uma covardia comigo. — Na verdade, não, meu nome realmente é Frances... Se quiser, pode me chamar de Fran, ou Fanny. Foi uma homenagem a minha bisavó, ela sim se chamava Francesca — nunca havia conhecido a mulher que você carregava o nome, mas isso não lhe impedia de acrescentar aquela pequena curiosidade sobre você. Ainda mais quando Dylan quase acertara.

Foi deixou uma risada escapar dos lábios, era natural e leve, uma bela melodia, Frances. Ainda mais quando obtida com tanta espontaneidade, pois ele havia acreditado por um momento que você falava sério e fazia um comentário engraçado a respeito disso. — Eu fico feliz que você tenha chegado primeiro, Dylan — comentou, sorrindo da mesma forma que o garoto antes que vocês rumassem para a pista de dança. Nada mais era que um monte de jovens ao mesmo lugar dançando perto do DJ e das luzes multicoloridas. Você parou ao lado de Dylan quando o mesmo cessou seus passos, por um momento estranho a súbita parada, mas logo entendeu quando o rapaz confessava a respeito de sua falta de jeito em dançar. — Oh, você se considera desajeitado? Não consigo imaginar isso, mesmo. Mas será um imenso prazer te ajudar — você disse de forma terna para o garoto, tentando não pensar no contraste que o hálito quente dele sob sua pele.

Nesse momento, Frances, você sente novamente o celular vibrar no bolso de seu jeans. Ignorou na primeira vez, estava com uma companhia boa para sequer cogitar pegar o aparelho, mas agora havia se alertado para o fato de que poderia ser sua mãe. E sabemos que nunca é bom ignorar sua mãe. — Oh, um instante — você comentou, pegando o celular do bolso e o desbloqueado, vendo as duas mensagens anônimas que estava em sua caixa de entrada. Seu rosto se distorceu em uma careta de desagrado, o sorriso sumindo subitamente, e o cenho franzido. Que brincadeira de mau gosto, você pensou. Mas, por que seu rosto havia perdido a cor, Frances, se apenas achava que era uma brincadeira? — Pensei que era minha mãe... mas é algum babaca se aproveitando da festa para fazer trote — você comentou, voltando a guardar o celular no bolso. Tomou mais um gole de sua bebida, sentindo que precisava daquilo.

— Enfim, vamos dançar! — colocou novamente um sorriso no rosto, Frances, falando animada para Dylan. Quando chegaram no aglomerado de pessoas dançando, você se colocou de frente para Dylan, um sorriso de lado. Mas antes que pudessem sequer começarem a dançar ou dizer qualquer coisa, seus olhos focaram em seu irmão um pouco atrás. O conteúdo da mensagem passou novamente pela sua cabeça, e ficou imaginando se seu irmão tivesse a lido. Você o conhecia, Frances, e sabia que ele não iria ficar nada bem. — Dylan, aqui vai mais uma coisa sobre mim: Eu tenho um irmão gêmeo, mas ele não é nem um pouco parecido comigo — você sussurrou para o garoto, perto do ouvido dele para que pudesse a ouvir.

— Sei que é anormal dizer isso tão subitamente, mas ele está bem ali — você apontou para um rapaz perto de vocês. Você pegou novamente a mão de Dylan e o conduziu para perto de Moriz. — Dylan, esse é o Moriz, meu irmãozinho. Maninho, esse é o Dylan. Aproveitando a festa? — você tentou descontrair e fazer aquilo não se parecer tão estranho quanto você sentia que era. Bebeu novamente a bebida, ela estava na metade e já havia cansado dela, sentia que se bebesse mais poderia ficar alterada, e não queria aquilo.

vestindo: isto // citados: Dylan e moriz
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Stephan Du Dertzbacher em Qui Jun 30, 2016 2:24 pm


Is this a... Party?
"Faça teatro, isso com certeza vai tirar sua timidez." A voz de minha mãe se repetira na minha mente. Por mais que meus pais tivessem sido torturados até a morte, eu ainda ouvia com clareza suas vozes, principalmente a de minha mãe. Por mais que eu continuasse tímido, eu continuava a seguir seu conselho, decidindo cursar Artes Cênicas. Sim, eu gostava de atuar, e ainda mais, era um bom ator ao meu ver, mas minha desenvoltura social continuava tristemente patética. Uma nova tentativa seria na festa que comemorava o fim dos assassinos da cidade. Eu não me sentia confortável no meio de tantas pessoas, muito menos naquele lago assombroso, mas ainda assim eu precisava viver um pouco. Guardei o porta-retratos de minha mãe dentro da gaveta e escolhi roupas simples para ir ao lago. Uma calça caqui, uma camiseta azul-escuro com desenhos de constelações e sapato tipo snickers.

Tomei um longo banho de banheira e ajeitei meu cabelo com um pouco de gel. Corrigi as imperfeições da minha pele com um pouco de corretivo e uma base imperceptível. Já vestido, peguei o chaveiro do meu carro vermelho e fui até o lago, pensando cuidadosamente sobre como provavelmente seria desastrosa aquela experiência. Estacionei o carro um pouco distante de tudo, observando as pessoas se divertindo e como eu ficaria deslocado. Saí do carro e apertei o botão do alarme do carro, ouvindo o "bip" dele trancando. Me dirigi, finalmente, ao meio das pessoas, ouvindo a música tão alta a ponto de quase estourar meus tímpanos, o chão grudento e pegajoso colando na sola do meu sapato e o cheiro do suor das pessoas.

Não demorou para que eu me deslocasse para o fundo da festa, onde poucas pessoas estavas. Sendo estas, pessoas que eu conhecia apenas de vista. Não sabia nomes, nem quem eram ou em que departamento estavam. Coloquei as mãos dentro dos bolsos da calça e ergui os ombros ao chegar até eles. — O... olá. Eu sou Steph. — Me apresentei para eles, dando um sorriso pequeno enquanto olhava em volta, percebendo as garrafas e copos jogados, assim como bitucas de cigarros e outros restos de drogas. Eu realmente não sabia o que fazer, já que não era tão fácil ser quem se queria na vida real. Atuar tinha uma essência diferente, onde você podia ser qualquer pessoa, com qualquer comportamento. Ali as coisas não eram assim.

Mantive as mãos presas dentro dos bolsos e fui até o lado de um dos homens que estava ali (Octavian). Olhei de relance para ele, assim como para a garota (Harper) e para o outro garoto (Andrew). — Um pouco barulhento, não é? — Tentei puxar qualquer assunto, já formulando na minha cabeça quais ofensas poderiam vir deles, provavelmente mandando eu sair dali, me xingando dos mais horrorosos adjetivos existentes. Percebi que alguma agitação começava, aos poucos, mas desviei meus olhos para o chão encardido e fixei em uma mancha de chiclete velho que estava lá, torcendo para que meu rosto estivesse apenas quente, e não vermelho como provavelmente estava.
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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Elsie Chermont em Qui Jun 30, 2016 4:15 pm

Dreht sich unser Nächtlich' Reigen Und wir treten wild und frei
Walpurgisnacht
Odiava ir a festas, preferia muito mais ficar em casa com sua avó jogando seus jogos novos. Mas não, a velha insistia que eu deveria ir, mesmo sabendo que eu odiava qualquer contato humano. Penas concordei contra minha vontade vestindo uma regata da princesa caroço, shorts curtos, meias 7/8 e botas. Estava mais do que perfeito. Sozinha... A palavra acusadora ecoava em sua mente enquanto caminhava até o lago. Sorte que o DS azul descansava em sua bolsa ansioso por dar uma mais aventura em Chrono trigger. 

O lugar tinha bastante movimento quando chegou. Não conhecia ninguém e todos já pareciam concentrados em seus grupinhos próprios. Procurou um canto que parecesse mais calmo mas jamais afastado. Sentou perto de um grupinho qualquer e pegou a garrafinha de vodka na bolsa.— Obrigada pela vodka vovó... Sussurrou guardando de volta na bolsa a pequena garrafa enquanto tirava o pequeno video game da bolsa.





Dorothy Elsie Chermont


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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Maeve Wäs-Liechtenstein em Qui Jun 30, 2016 4:34 pm
















Abraçada com Calliope, estiquei a outra mão para cumprimentar Brandon. Ele era extremamente bonito, mas sua resposta deixara clara pra mim que não era um dos garotos que eu deveria me meter, então apenas assenti e abri um pequeno sorriso, recusando a bebida oferecida. 

Estão espalhados pela festa, provavelmente se embebedando ou transando nos bancos de trás de seus carros. Tenho certeza que vamos esbarrar com alguns. — Disse em resposta a jogadora de lacrosse, logo sendo puxada com ela e Sage. Elas se movimentaram até o meio da festa, começando a dançar. — Finalmente!

Comecei a dançar ao ritmo da música, movimentando os quadris enquanto flertava com o olhar com alguns garotos que estavam por perto. Cheguei a morder o lábio inferior ao encarar Ely, abrindo um pequeno sorriso em seguida. Nunca havia conversado muito com o garoto, mas o considerava uma pessoa divertida. Peguei o copo das mãos de alguém que passava, tomando um gole do líquido amarelado e gelado, cumprimentando a irma de Calliope, Charlotte, e sorrindo ao ver Neal se aproximar, sem sinal algum de Brandon junto a ele. 

O garoto dançava de forma engraçada, gritando seu próprio nome e rebolando em meio a nós tres, mas logo fora interrompido com uma notificação em seu celular, assim como todos nós. Desbloqueei a página e vi os rostos dos que estavam sendo ameaçados pelo Necrotério. Sage estava entre eles. Ergui meu olhar apenas a tempo de ver a garota se afastar junto a uma policial, arqueando as sobrancelhas. Todos que haviam visto a postagem pareciam tensos.

É óbvio que estava bom demais para ser verdade. — Murmurei, cruzando os braços e deixando o celular em mãos. 

Tomei todo o resto da cerveja de uma vez, sentindo o líquido arranhar minha garganta ao descer. Era amargo e desagradável, mas era o suficiente para não deixar com que eu perdesse a cabeça naquele momento. Comecei a digitar para outras pessoas de meu time para ficarem de olhos abertos caso algo estranho ocorresse, para que pudéssemos proteger uns aos outros.






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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Ethan Slowan em Qui Jun 30, 2016 4:57 pm




Festenha

O rapaz parece interessado nas coisas que eu falo, acenando levemente com a cabeça à cada palavra. Além disso, ele parece tentar lembrar-se de mim em algum lugar, já que as chances de nos conhecermos, mesmo que apenas de vista, são altas. Será ele um dos populares ou estou enganado?

— Sim, sim. Ser do grupo dos líderes de torcida já faz parte da minha identidade — sorrio após a frase, em seguida continuando — E você parece bastante disposto a me conseguir uma camisa nova. Será que são só esses seus objetivos?

Observando o rosto do homem com um pouco mais de atenção, algumas memórias invadem minha mente: fotos no instagram, olhares cruzados pela faculdade e coisas do tipo. Lembro que achei seu nome único, mas como é mesmo?

— September, né? — digo depois de forçar um pouquinho para lembrar de onde o conheço e então sorrio ao sentir o toque em meu ombro — E ir até o seu carro é uma proposta realmente tentadora.

Me preparo para acompanhar os passos do homem e segui-lo até o local do indicado, quando noto a aproximação de um terceiro. Seus olhos azuis encontram minha camisa, e ouço o conselho seguinte: realmente, lavar a camisa é uma boa.


Espera... esse não pode ser quem eu penso. Posto no instagram de um cara uma piada relacionada a lavar roupa e em seguida ele me encontra com uma camisa suja de bebida? Ironias do destino.


Antes que eu responda, nós nos entreolhamos. Uma ponta de curiosidade surge em mim ao pensar sobre suas possíveis intenções, pensando também no quanto de diversão poderei ter nessa noite. E, assim que ouço as palavras de September, noto que não sou o único a pensar desse jeito. Ele concorda comigo: precisamos de diversão.

— Animar essa festa vai ser no mínimo interessante. Eu tô dentro. — então volto a olhar para o recém chegado — O que nos diz?


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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

Mensagem por Mikhail Freud Ackermann em Qui Jun 30, 2016 5:23 pm

Aquela festa, com certeza, não poderia ficar mais interessante. Abri um sorriso ao ver September pegando seu celular e lendo alguma coisa que eu não sabia o que era. Coloquei a mão na frente de seu celular, dando uma risada. - Eu sou alguém bem interessante. Me chamo Mikhail, natação, Artes Plásticas. Ethan me conhece. - Olhei para Ethan, que parecia surpreso com a minha presença na festa. É claro, após comentar coisas nas minhas fotos, era de se esperar que ele agisse de forma diferente quando eu chegasse perto. Também foi muito claro pelo jeito que Semptember agiu que ele gostava de ser seguido em suas redes sociais. - Pessoas bonitas foram feitas pra se olhar, não acha? - Alternei meus olhos em ambos garotos, dando outro riso baixo.

Foi sugerido um convite para mim e Ethan, o que me fez puxar o celular por instinto. - Demorou para chamar, não acha? - Disse rindo enquanto desbloqueava a tela do meu celular, percebendo uma mensagem de número bloqueado. - Acho que algum fã está me mandando uma mensagem. - Mas logo que percebi o que dizia a mensagem, arregalei os olhos e limpei a garganta. - A gente tá na merda. Alguém recebeu isso? - Mostrei o celular para meus acompanhantes, molhando os lábios antes de limpar a garganta mais uma vez. - Deve ser algum idio... - Mas antes que eu pudesse concluir minha frase, algo me interrompeu.

As sirenes conseguiam sobrepor a música, e meus olhos vasculhavam o lugar, vendo luzes vermelhas e azuis dos carros de polícia. - Olha só rapazes, acho que não temos muito tempo pra qualquer coisa... Infelizmente. - Continuou perto dos três, dando alguns passos para mais parto. - É melhor ficarmos próximos, porque se essa piada for verdade, quanto mais pessoas juntas, menor o risco. Mas essa mensagem... - Pegou a bebida de uma pessoa que passava e deu um gole. - Quem sabe, não é?


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Re: The Blackout {FESTA DE INAUGURAÇÃO}

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