[RP] Poor Unfortunate souls

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[RP] Poor Unfortunate souls

Mensagem por Dalton Baltmor Weiss em Seg Jul 25, 2016 7:26 pm

POOR UNFORTUNATE SOULS
Que legenda atoa


LOCAL: Shopping Center;

PARTICIPANTES: Dalton Baltmor Weiss  e Calum K.-Norlander;

HORA: Algum momento da tarde;

STATUS: ABERTA PARA TODOS OS PÚBLICOS (e livre) q


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Re: [RP] Poor Unfortunate souls

Mensagem por Dalton Baltmor Weiss em Seg Jul 25, 2016 7:47 pm

Ready or not...!
HERE I COME
Era oficial: Eu odeio shoppings. Toda vez acabava na mesma coisa: minhas mães passavam horas olhando vitrines enquanto Enzo ficava no parquinho e eu - evitando a possibilidade de suicídio social aos treze anos - e não podendo entrar nos brinquedos, tinha que acompanhar minhas mães na missão mais chata do mundo. Perfeito final de semana em família. Eu havia insistido inúmeras vezes para que elas me levassem na Disneylândia, já que Enzo e eu aproveitaríamos muito e haviam inaugurado o mais novo parque do Harry Potter, mas não. Passar o sábado em um shopping lotado, olhando vitrines era realmente mais legal. Eu só sentia vontade de arrancar meus olhos fora.

-Hm... Eu vou comprar um sorvete.

Falei com um sorriso para minhas mães, escutando um "volte logo" para só então conseguir me afastar. Eu já estava cansado de escutar o mesmo discurso e sabia muito bem o que eu não poderia fazer: "não fale com estranhos", "não pegue nada sem pagar", "não se perca" e todas as regras óbvias. A minha sorte era que a praça de alimentação não era longe e eu realmente estava com vontade de tomar um sorvete. Pelo menos aquele seria o ponto alto do passeio.

Eu estava distraidamente em meu celular e na fila quando reconheci um rosto não muito longe de mim. Do outro lado da praça de alimentação - e distraído o suficiente com uma garota para sequer notar minha presença - encontrei Parker Elliot, o babaca que havia pendurado Enzo pela cueca em uma das barras de ferro do playground da escola e arrancado a cabeça de uma das bonecas preferidas da Melissa. Ele também vivia me xingando, se achava o maioral e estava ali, desfrutando de um sábado tranquilo com uma menina que eu não conhecia. Talvez ela fosse da nossa idade, ou um ou dois anos mais velha. Provavelmente Parker pretendia beijar ela - já que ele se gabava por ser o menino da sala que havia beijado mais garotas - e todos nos ficaríamos sabendo amanhã. Revirei os olhos. Ou talvez não.

-Qual é o seu pedido?

Ouvi a voz chamar. Virei o corpo desatento em direção ao atendente e sorri, colocando meu dinheiro sobre o balcão.

-Uma casquinha mista, por favor.

Falei educadamente, me virando na direção do meu conhecido e então sorrindo. Tudo bem.

[...]

Meus olhos procuravam em volta por qualquer sinal de vida, ou pelo menos de alguma pessoa que parecesse propícia a me ajudar em minha missão. Eu passava perto de Parker, pronto para colocar meu plano em ação, mas ele havia me visto e muito provavelmente eu estaria morto. Não que ele tivesse percebido que eu tramava algo, mas eu sabia que se ele sequer desconfiasse, seria eu a ficar pendurado pela cueca no playground da escola da próxima vez.

Assim que os olhos do garoto se viraram em minha direção, me sentei sobre a cadeira de uma mesa de dois lugares, onde um rapaz desconhecido comia seu lanche tranquilo, sem demorar para perceber minha presença. Abri um sorriso para ele e acenei então, fazendo parecer que eu já o conhecia. Ele devia ter entre dezenove e vinte e poucos anos e tinha cabelos claros. Tentei ao máximo soar simpático, na esperança de que ele não me expulsasse dali.

-Oi, eu sou Dalton e estou me sentando aqui porque se aquele brutamontes perceber que eu estou tramando uma pegadinha, ele vai me assassinar e se banhar com o meu sangue. -Falei rapidamente, abrindo um sorriso largo para ele. Ergui uma sobrancelha logo em seguida. -Você está sozinho? Diz que sim! Bem, se estiver, você bem que poderia me ajudar! Qual é o seu nome? Acho que temos uma ou duas coisas em comum, não é mesmo? Vamos passar você por meu primo.

Shopping + Gollum.


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Re: [RP] Poor Unfortunate souls

Mensagem por Calum K.-Norlander em Seg Jul 25, 2016 9:08 pm

i often wonder about the others,where they are bound for on the voyage, what is the reason for their silence, was there some reason to go

Onde estão as pessoas deste inferno?

O coração parecia palpitar rápido e assustado. As pupilas dilatavam com vigor e pavor. Calum ouvia vozes umas sendo risadas, outras punimentos e as que mais tentava localizar, auxílio. Em plenos 23 anos, o norueguês as vezes mesmo estando em meio a uma legião de pessoas, era capaz de ver tudo vazio. O que obviamente o deixava incrédulo ao estimulo momentâneo que conseguia ter dali. Andou com uma mochila preta nas costas e o celular na mão, até poucos instantes depois ser capaz de ver os rostos desfilarem a sua frente. Maldita reverência a kenopsia.

Dirigiu-se lentamente a onde pudesse encontrar as suas besteiras favoritas indo quase como um ser invisível para uma mesa. Jogou-se porcamente, repousando o celular ligado e a mochila em numa cadeira que avizinhava uma das coxas revestidos pelo jeans abraçando o hambúrger deliciosamente engordurado. Fechou os olhos para saborear o lanche até escutar passos e um cheiro novo a entrar pelas narinas.

Quando assim o dom de observar lhe fosse reinstituído, o nadador largou o pão decepcionado, pegando o guardanapo para limpar a mão enquanto escutava um tom bem arteiro :

- Você se mete em enrascada e eu que tomo no cu com isso? - Mesmo que as palavras fossem ácidas, Norlander não fugiu do timbre baixo e brincalhão até porque, o que estava a sua frente não era algum projeto aglomerado de músculos em que na qual teria o prazer de discutir. Ao passar o papel pelos lábios, piscou frenéticamente com os olhos avistando-o se sentar e por uma peripécia arremetida pelo universitário, chutou um dos pés da cadeira do garoto soltando um ei para que recebesse atenção. Bastou uma inclinada para que visasse um reflexo fortuito do tratado :

- E o que fez para receber um convite de Deus antecipado? - Sussurrou intimamente para que a frase flutuasse suavemente entre os quatro ouvidos tomando o pacotinho de batatas fritas para perto do peito mastigando uma por uma, sem ânimo. - Seu primo pode simplesmente falar que mereceu, dependendo do que for e me chamo Calum, encrenqueirinho. - Engoliu uma risada entalada na garganta, deslizando as costas preguiçosamente contra o espaldar.

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Re: [RP] Poor Unfortunate souls

Mensagem por Dalton Baltmor Weiss em Seg Jul 25, 2016 9:21 pm

Ready or not...!
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O menino loiro era estranho. Eu devo ter passado pelo menos cinco minutos o observando com os olhos estreitos e uma expressão de confusão no rosto, em parte por causa do vocabulário requintado dele que deixava minha compreensão pelo menos cinco vezes mais lenta, e em parte porque o sotaque carregado dele não ajudava na missão da compreensão. Até pisquei algumas vezes, o observando comer e então olhei de canto para Parker, me certificando de que sua atenção havia mudado de foco. Abri um sorriso para o menino então, erguendo uma sobrancelha.

-Hm. Você fala bonito. Você pode fazer isso com aquele garoto ali? Porque se ele demorar metade do que eu demorei pra te entender, vou ter tempo de sobra pra fazer o que tenho que fazer.... Ou melhor, ele não é tão inteligente, então quer dizer que terei o dobro do tempo.

Parei por um momento, pensativo, perdido em minhas palavras. Meus olhos passaram a fitar o rapaz desconhecido mais uma vez quando ele finalmente falou o seu nome. "Calum". Um sorriso se formou em meus lábios, mas não pude deixar de estranhar o nome que definitivamente não era americano, assim como seu dono. Eu não pretendia fazer amizade com o rapaz chamado Calum, mas a curiosidade estava me coçando. Por isso não resisti em perguntar:

-Calum? Me lembra Gollum. Sabe? Aquele do Senhor dos Anéis que fala "meu precioso". -Imitei a voz o personagem, rindo levemente, fitando a batata frita que ele comia. -Posso pegar uma, né? -Perguntei, já me servindo de uma antes de sua resposta. Sorri, sentindo o delicioso gosto em minha boca. -De onde você é?  Absolutamente não é dos Estados Unidos. Mas enfim! Eu não fiz nada de errado... Ainda. Aquele menino ali é Parker Elliot, nós estudamos juntos. Ele gosta de infernizar a vida das pessoas da minha sala, incluindo a minha, e eu adoraria dar um troco enquanto ele está com aquela menina. Observe:

Peguei no rosto do menino, apertando seu queixo de forma com que ele se virasse para observar a mesa que eu apontava.

-É a segunda lata de refrigerante dela. Em alguns minutos ela vai sair para ir ao banheiro e Parker vai ficar sozinho. Então preciso que faça o seguinte: sente-se na mesa dele e comece a falar em uma língua estranha, seja lá qual você fale, e o distraia para mim. Eu vou trocar o hambúrguer dele dentro da caixa por papel molhado e amarrar os dois cardaços dos seus tênis. Mas para isso, eu preciso que ele fique sentado no lugar, e concentrado demais para me notar, entende?? Ou se pensar em alguma forma melhor de distraí-lo, eu sei lá. Eu só preciso da sua ajuda e você, meu amigo, parece a pessoa certa para o trabalho.

Sorri, apoiando o rosto em minhas duas mãos, os cotovelos sobre a mesa. Encarei o rapaz em tom esperançoso.

-O que me diz?

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Re: [RP] Poor Unfortunate souls

Mensagem por Calum K.-Norlander em Ter Jul 26, 2016 12:26 pm

i often wonder about the others,where they are bound for on the voyage, what is the reason for their silence, was there some reason to go
Calum a princípio ficou o encarando de testa franzida e lábios rusticamente retorcidos dando a famosa pausa para pensar. Cruzou os braços folgando ainda mais o corpo, como estivesse de férias e aquilo fosse a única coisa para curtir. Fazer nada e encarar um garoto que exalava fragrâncias horrorosamente caras com cara de paisagem. Uma das piores em seu conceito :

- Não lhe interessa. - Disse em um tom típico seu. Minimalista. Inegavelmente, minimalista. Sorriu até por fim voltar-se inexpressível as batatas apoiando o queixo nas mãos olhando conforme ao indicado. Mas não deixaria que os comentários feitos anteriormente, fossem simplesmente ignorados :

- Já e digo que isso se parece em nada com o meu nome. - A sobrancelha se fez presente novamente de uma forma empinada. Escutou todo o aparate e por fim refletia sobre a própria infância que tivera. Passava mais tempo de castigo, preso no quarto do que qualquer outra coisa. Apegou-se ao celular e a mochila passando uma das alças pelo ombro enquanto desse mais algumas mordidas no lanche o fitando : 

- Isso vai lhe custar batatas infinitas. - Suspirou erguendo-se voluntariosamente com um sorriso perigoso nos corais labiais. - Se fizer merda, tenho uma faca na bolsa. - Deu ombros virando-se a direção do alvo estalando a língua entre os dentes puxando a cadeira para trás como um saudar. Não havia se dado conta que realmente estava em um dia miserável junto com um menor que mais tarde poderia o encrencar. Que merda.

Puxando o ar, começou a conversar. Simulando certa lerdeza em seu maxilar enquanto dedilhava o próprio crânio depredando alguns fios claros, as vistas pousaram-se a expressão natural de um adolescente que exalava puberdade. O sinal da corrente da bolsa, indicava o outro para ir adiante. 
 
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